‘STJD futebol clube’
Sempre gostei de acompanhar futebol, desde 1962 quando o "Caçula Gigante" (LEC) foi campeão paranaense. E, como todos sabemos, as equipes do interior sempre foram prejudicadas pela FPF e por árbitros mal-intencionados em favor dos times da capital. Em termos de esportes nacionais, já vi muitas injustiças e desonestidades e passei muita raiva com isso. Continuo acompanhando futebol, porém agora como um mero espectador. O episódio envolvendo Portuguesa e Fluminense também mexeu com meus sentimentos. Dizem que os juízes do STJD agiram conforme a lei. Está bem, mas acredito que existe uma grande diferença entre o que é legal e o que é imoral, uma vez que a esmagadora maioria dos brasileiros está a favor da pequena Portuguesa, pois o Fluminense já tem um precedente de ter subido da terceira divisão para a primeira pelo tal "tapetão", nunca engolido pelos esportistas brasileiros. Hoje tenho muita indignação com outros assuntos como os políticos, com a Rose do Lula e sua "equipe", com o sistema de saúde, com a segurança, com esse maldito pedágio, com a maneira que contrataram os médicos estrangeiros, com a Receita Federal que, apesar dos impostos acachapantes, acha que somos desonestos, e aí por diante. Então, decidi deixar o futebol de lado e dedicar mais atenção à família. Tenho certeza que viverei mais tranquilo e continuarei ainda indignado pelos desgovernos. Espero um bom 2014 para mim e minha família e para todos os honestos brasileiros.
SIDNEY GIROTTO (médico) – Londrina

E se fosse o Fluminense?
A CBF é um antro de corrupção, mas tenho que concordar com a decisão do STJD no rebaixamento da Portuguesa para a Série B. O regulamento, nessa questão, é mais que explícito, assim como fica explícita a incompetência do departamento jurídico da equipe paulista, ou de quem quer que seja, na escalação do atleta suspenso e, consequentemente, na perda dos pontos que a levaram ao rebaixamento. Mesmo assim, fica a indagação: e se os papéis fossem invertidos, o Fluminense cairia para a Série B? Sinceramente, não acredito!
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Amor de mãe
Com relação à reportagem "Mulher que teve olho arrancado doa córnea" (Geral, 14/12), do jornalista Celso Felizardo, sobre a mãe que teve o olho arrancado pelo filho, não existe explicação para "amor de mãe" que perdoa e defende o filho mesmo esse tendo lhe arrancado um dos olhos. Quem sabe se ouvíssemos mais nossa mãe, teríamos um mundo melhor, menos violento, sem corrupção, as cadeias dariam lugar a escolas e as drogas acabariam, sofreríamos menos! Amém e escutem sua mãe, pois nada explica o "amor de mãe"!
MARCO PARAZI (professor) - Londrina

Sujeira na praça Tomi
Em resposta à reclamação da estudante Mariana Paschoal (Opinião, 17/12), a CMTU reitera que a praça Tomi Nakagawa, assim como o quadrilátero central, são varridos duas vezes por dia e o lixo é retirado logo após cada serviço. Nesse período há um aumento natural do fluxo de pessoas nessa região em decorrência de eventos festivos e comércio, o que gera um crescimento de cerca de 20% da produção de lixo. Este ano temos verificado um aumento muito maior do que nos anos anteriores o que levou a CMTU a intensificar os serviços de varrição, criando uma equipe noturna que começaria ontem. É importante ressaltar que mesmo com mais varredores e horários diferenciados a situação de sujeira não será resolvida sem a colaboração e consciência da população. A CMTU constatou que cerca de uma hora após cada limpeza os locais voltam a ficar sujos.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA CMTU

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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