Natal do Amor? Não, não é assim!
O intitulado Natal do Amor tem como seu foco principal a Praça Tomy Nakagawa que está bonita, enfeitada, uma árvore grande, bem iluminada e que pode ser vista por grande parte da cidade. O problema é que o cidadão de bem não pode utilizá-la. O local criado para diversão e ponto de encontro de famílias e amigos, no período natalino, encontra-se dominado por usuários de drogas, brigas constantes de gangues, assaltos e cenas pitorescas como meninas menores de idade dançando funk de maneira vergonhosa. Infelizmente, o londrinense que trabalha durante a semana até tarde, estuda, o pai de família, a dona de casa, não pode se misturar em um lugar como esse. Quer ter um natal tranquilo, sem maiores problemas e surpresas desagradáveis, não vá à Praça!
RAFAEL MORIENTES (estudante de Jornalismo) – Londrina

Sujeira na praça
A Folha de Londrina publicou uma matéria na última sexta-feira mostrando que para muitos frequentadores a ocupação da Praça Tomi Nakagawa, durante o evento Natal do Amor, é um modo de impedir o vandalismo e a degradação do local. A praça faz parte do meu caminho todas as manhãs e tardes e a concentração de pessoas durante o dia para prestigiar a festa deixa um rastro - bem grande por sinal - de lixo por todas as partes, não só na praça, como em todo o entorno. Apesar de a CMTU ter informado, na mesma matéria, que o local recebe limpeza duas vezes ao dia, a sujeira da manhã permanece no período da tarde.
MARIANA PASCHOAL (estudante) – Londrina

Serviço do Samu
Dias atrás, um usuário da linha de transporte coletivo 701 (Centro-San Fernando) - começou a passar mal na parte de trás do ônibus. Parecia ter um princípio de infarto. Liguei para o Samu e fui atendido por um médico que perguntou sobre o estado da vítima e, em seguida, informou que estava encaminhando uma ambulância. E, para minha surpresa (achei, sinceramente, que demoraria bem mais), a ambulância chegou em exatos 5 minutos. A pessoa foi atendida e, creio eu, passa bem. Parabéns, Samu! É bom termos a segurança de poder contar com um atendimento a emergências tão rápido em nossa cidade.
RUY CARNEIRO GIRALDES NETO (servidor público) – Londrina

Bairro sem telefone
Desde da compra da Brasil Telecom pela OI, o bairro Água das Sete Ilhas, em Sertanópolis, vem sofrendo com o abandono pela operadora. Apesar dos mais de 50 protocolos nos últimos dois anos, a operadora insiste em colocar telefone público usado e com defeito, alegando não fabricar mais. Em uma comunidade de mais de 400 pessoas e sem serviço de celular, o orelhão é fundamental. Vários ofícios de prefeitos foram enviados ao escritório da Oi em Recife nos últimos três anos e o problema continua. As lideranças da comunidade pensam em se reunir com o prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, para solicitar um dos orelhões desativados do Calcadão para instalar no nosso bairro.
ANTONIO JOÃO DE FREITAS (diretor de negócios) - Sertanópolis

Correção
Diferentemente do publicado na matéria "Liberados mais recursos para Teatro Municipal", (Geral, 15/12), os investimentos na segunda fase da obra serão de R$ 10 milhões, sendo R$ 8 milhões liberados pelo Ministério da Cultura e R$ 2 milhões de contrapartida da Prefeitura de Londrina.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup