Lei de trânsito ignorada nos bairros
No último dia 28/11, por volta das 21 horas, o caminhão de coleta do lixo parou no meio da Avenida Paul Harris, quase esquina com Augusto Severo, ao lado de um restaurante/lanchonete para o recolhimento do lixo. Os recolhedores do lixo tiveram dificuldade para colocar os sacos no caminhão, isto porque, havia carros estacionados em local proibido, dificultando o trabalho dos coletores. No local, há uma placa proibindo parar e estacionar, ao lado do meio-fio há uma faixa amarela contínua proibindo o estacionamento e também uma faixa de passagem de pedestres, ignorada igualmente. As leis e normas de trânsito são válidas em toda a cidade ou somente no centro? Fora do quadrilátero central de Londrina, placas, semáforos, faixas que orientam e controlam o fluxo de veículos e pedestres são simplesmente ignorados e nunca se viu um agente ou fiscal do trânsito por essas bandas. Seria pedir muito que vez ou outra alguém responsável desse uma volta além do centro para ver a situação caótica em que se transformou o trânsito em nossa cidade? Falta de pessoal não é desculpa para incompetência e descaso, os moradores da periferia também são cidadãos londrinenses. Com a palavra a CMTU.
DARCY BRAZ GUEDES (mecânico) – Londrina

O culpado é você
O Ministério Publico entrou com ação contra o Estado para que os hospitais da Zona Sul e Zona Norte, em Londrina, tenham no mínimo quatro médicos plantonistas para atendimento à população. Disse o promotor, em entrevista a uma rádio local, que o que ele está pedindo ao governador é apenas que se cumpra a Constituição no que se refere à saúde das pessoas. Você entende isso? O Ministério Público exigindo que o Estado compra a Constituição! Como todo político é bom de conversa, eles vão acabar se defendendo dizendo que o culpado é você que está procurando os hospitais para lhe atender causando a superlotação.
GILMAR RODRIGUES CORDEIRO (contador) – Londrina

‘Denuncie’
Há algum tempo venho prestando atenção nas propagandas institucionais do governo federal. Com a sua exibição seguida, embora com motivações diferentes, percebi que o mote principal que finaliza todas as mensagens é a exortação: "denuncie!". Considero que a participação da população é, realmente, fundamental para que se possa melhorar a qualidade de vida de todos. Mas creio que já houve, na história da humanidade, alguns movimentos semelhantes e que custaram a vida de muitas pessoas que, passado algum tempo, descobriu-se que eram apenas vítimas - da inveja, da cobiça, da mágoa de outros. Devemos denunciar, sim, comportamentos agressivos e incongruentes com a convivência social, mas desde que existam indícios ou provas contra os denunciados. Exortar a que todos "denunciem" pode nos levar a um novo Reich ou uma nova Salém.
NINA CARDOSO (psicóloga) – Londrina

Buracos
Assunto que não sai da pauta do dia a dia dos brasileiros; em especial do londrinense, tanto na zona rural como urbana. Buracos nas ruas, estradas (estaduais e federais). Será que falta pedágio nas zonas rural e urbana? Sem contar com os superburacos (rombos, desfalques, furos, etc.) nos cofres públicos de todo o país, que se tapados, teríamos condições de ter a melhor malha viária do mundo, a melhor educação pública e, consequentemente, a melhor saúde! Remédio para que isso aconteça: vergonha na cara!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina

Correção
Diferentemente do informado no texto "Discórdia" (capa da FOLHA, 5/12), a Câmara aprovou projeto que declara o LEC de utilidade pública, condição necessária para que o Clube receba do município permissão de uso do VGD.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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