Pobre Londrina
Com relação à matéria "Curitiba e Ponta Grossa têm 92% do Paraná Competitivo" (Economia, 25/11) sobre a posição que Londrina ocupa em investimentos no Paraná, só resta um desabafo: lamentável. E sem essa desculpa de que isso é em função de estarmos longe do Porto de Paranaguá, pois Maringá está ainda mais longe e é exemplo de desenvolvimento. E, mais, se Londrina está assim tendo um governador nascido aqui, imagine então se não fosse? Londrina não tem representatividade e nem nunca terá, a menos que o empresariado e a imprensa abracem essa causa para renovar e estabelecer novas lideranças políticas.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

Parque Arthur Thomas
Fazia muito tempo que eu e minha família não visitávamos o Parque Arthur Thomas. No feriado prolongado, levamos alguns familiares de outro Estado para conhecê-lo. Infelizmente, fiquei com tanta vergonha que decidi levá-los para o Parque do Ingá em Maringá, pois é lamentável como está o "nosso" parque. O mato impera e mostra que o Arthur Thomas está abandonado por muito tempo. O calçamento é ridículo e está todo quebrado. Quando tem calçamento, há arvores caídas - vai saber lá de qual chuva -, e pelo visto faz tempo. O mau cheiro é outra coisa absurda. As pontes estão quebradas. Não podemos esquecer também da educação do público, pois a placa avisa que não pode dar comida aos animais. Porém, as pessoas ignoram e viciam os bichinhos com todo tipo de comida. Tenho saudade quando era cuidado, havia pedalinhos, tudo era aparado, as calçadas em ordem e pessoas orientando. Curioso é que mesmo nessa situação ainda há visitantes. Imaginem se tivesse cuidado? Será que a prefeitura não poderia fazer alguma coisa? Será que vamos perder mais um ponto turístico de Londrina? Podemos melhorar muita coisa em Londrina, pois nossos filhos não têm muito lugares para passear a não ser a enxurrada de shoppings que se instalaram na cidade. Vamos acordar gente e cuidar pelo menos do que temos, já que não dá para criar mais nada.
ANTONIO RICARDO PACHECO (engenheiro mecânico) - Londrina

UTI neonatal do HEL
Gostaria de agradecer aos médicos pediatras da UTI do Hospital Evangélico de Londrina (HEL). Para mim, são verdadeiros heróis. Trabalhar em seis médicos para cobrir 24 horas do dia, 7 dias da semana, 30 dias do mês e sem receber desde de julho de 2013, só podem ser anjos ou heróis. Não esqueçamos que a grande maioria desses profissionais, têm família e outros empregos para poderem ter uma vida, no mínimo, digna. Sem falar nos anos de investimentos gastos para ter tal qualificação. Fico pasma com a falta de competência dos nossos governantes em gerir os nossos quase cinco meses de trabalho gratuito para o governo e deixar que a saúde da população, esta sim, chegue na UTI.
ALCIONE DE MELLO E SILVA (pediatra) – Londrina

Problema dos ecopontos
Os ecopontos foram criados com boas intenções. A prefeitura cercou determinadas áreas em bairros diferentes da cidade para termos onde colocar restos de árvores e material de construção. O que seria uma boa ideia, acabou se tornando ruim, pois várias pessoas jogam lixo no ecoponto e ainda por cima há constantes queimadas. O mais agravante é que virou ponto de usuários e traficantes de drogas. O problema é educação, pois uma pessoa estudada e bem informada não jogaria lixo em qualquer lugar. A prefeitura também deveria limpar o lugar e fazer mais fiscalização para evitar que pessoas façam mau uso dos ecopontos.
JOÃO VITOR DA SILVA COSTA (estudante) Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne
e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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