E já começou
Aproxima-se o período eleitoral e já nos deparamos com as mais diversas formas de engôdos dos candidatos visando o tão cobiçado voto. Nessa época, eles conseguem todos os dados dos eleitores, tais como número do celular, comercial, da residência, e-mail e endereço completo. Passada a eleição, hibernam-se em seus luxuosos gabinetes e se vingam, pois não há maior vingança do que o esquecimento.

LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) – Cambé



Donos de Londrina?
E lá vem eles de novo: os "novos donos" de Londrina. Já não bastasse a guerra contra a Copel e contra a instalação de um hipermercado na zona sul, agora querem entrar com uma ação na Justiça contra a doação de terrenos da prefeitura para a Sercomtel. Uma pergunta aos moradores dessa pobre região (pobre sim, pois só enxergam o próprio umbigo): os terrenos a serem doados são seus? Que eu saiba são dá prefeitura e só ela deve decidir (dentro dos trâmites legais)o que fazer com eles. Acho que deveriam criar um novo município, aí poderiam interferir no desenvolvimento da sua própria cidade

ROGEMAR MONTEIRO (servidor público) – Londrina



‘Sempre vigilante’
O leitor Júlio R. de Mello faz jus a sua função e está "sempre vigilante". Sempre concordei com as suas opiniões, inclusive, com o título da sua carta "Bons políticos, onde"? (Opinião, 11/11). Efetivamente, poderíamos estar melhor representados na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal, mas temos tido pouca consciência política e responsabilidade na definição dos nossos candidatos, com isso pulverizamos os nossos votos o que tem como consequência um número reduzido de deputados estaduais e federais representando a nossa cidade e região metropolitana. Só gostaria de fazer uma ressalva sobre a representatividade da região na Assembleia, visto que o "novato deputado" Tercílio Turini tem nos representado dignamente.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina



Mortes em confrontos
Sobre a matéria "Paraná é o quarto em mortes em confronto com policiais" (Geral, 6/11), a ciência exata mostra que "a toda ação temos uma reação em sentido contrário e de mesma intensidade". Essa máxima não tem a mesma correspondência nas ciências sociais, que passa a ser: "a toda ação temos uma reação em sentido contrário, cuja intensidade é desconhecida". A vida em sociedade cria forças antagônicas que sustentam as relações humanas, mantendo a paz e as condições necessárias ao desenvolvimento do indivíduo. As polícias compõem uma das forças que atuam no tônus entre as exigências sociais, que o cidadão de bem exige. Em contrapartida, esse cidadão é o primeiro obstáculo à atuação do marginal. Essa atuação do cidadão está em desvantagem em virtude do desarmamento, que permitiu ao marginal agir com maior desenvoltura. Conforme a máxima de Benjamin Franklin, "quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades". A própria matéria aponta que a morte em confrontos no Brasil é 4,6 vezes maior que nos EUA, que é um país belicista autêntico. Assim, a defesa da sociedade ficando unicamente a cargo das polícias, a prevenção estará prejudicada, pois ao ser acionada o crime já estará em franco andamento ou consumado. Resta à polícia a repressão que não tem outra forma a não ser atuando com as mesmas armas que os marginais.

ADEMAR CONSALTER (advogado) - Londrina




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e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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