Qual o vencimento do Simples?
Por conta do Dia da Consciência Negra, no dia 20, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) está sendo emitido com vencimento para 21/11. O DAS é emitido no próprio site da Receita Federal e o vencimento cai no dia 20 do mês subsequente ao da apuração. No ano passado alguns DAS saíram com vencimento para 21/11, sem a cobrança de juros nem multas. Qual não foi a surpresa? As empresas que pagaram o DAS exatamente no vencimento, 21/11, foram notificadas pela Receita tendo que ressarcir os cofres públicos com juros e multas porque, no entendimento da Receita, pagaram com atraso. De acordo com a agenda do Simples Nacional, o vencimento do DAS referente à apuração de outubro/2013 é no dia 20/11. Porém, o DAS está sendo emitido com vencimento para 21/11. Isto gera insegurança. Seria salutar um posicionamento dos conselhos regionais de contabilidade em defesa da classe contábil.

CARLOS MASSANORI MORIMOTO (contador) – Londrina



Questão racial
Partindo-se dos ensinamentos cristãos e do princípio constitucional de que todos somos irmãos e de que todos somos iguais perante à lei, não vejo nenhuma imprescindibilidade do feriado do Dia da Consciência Negra e muito menos do sistema de cotas para ingresso em concursos públicos ou em instituições de ensino superior. Tudo isso soa muito mais como esmola do que um reparo às injustiças outrora cometidas contra os negros.

LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé



Bons políticos, onde?
Com respeito ao comentário do advogado José R. Brunassi (Opinião, 6/11), não consigo enxergar sequer um de nossos representantes do Norte na Assembleia Legislativa como líder. Na política, só caráter e honestidade não bastam. Tem que haver empenho e não ter medo de cara feia. O Norte do Paraná está abandonado nas áreas da saúde e segurança. Vivemos um dos piores momentos de nossa história. A capital leva a maioria dos recursos, enquanto isso nossos deputados pés-vermelhos assistem tudo passivamente.

JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) – Londrina



Tempos modernos
Como podemos nos considerar modernos se passamos 24 horas sob pressão total? Convivemos com corrupção em todos os níveis e lugares; não há respeito à soberania dos municípios, Estados, países e, principalmente, da família que sempre será o alicerce de toda edificação (sociedade) que se pretenda construir. Se o alicerce não for bem planejado e executado, não haverá tempos modernos (futuro) para aqueles que são omissos e vivem na passividade em relação ao seu próximo. Tínhamos uma maneira mais humana e racional no trato com as outras pessoas (em especial idosos) e entre pequenos animais inofensivos. Hoje são descartados ou eliminados com a maior naturalidade. Vamos tentar melhorar este mundo dos tempos modernos com responsabilidade. Vamos tentar ser sinceros, solidários e, principalmente, transparentes.

OSVALDINO APARECIDO SANTIAGO (taxista) - Foz do Iguaçu



‘Vandalismo em nome da fofura’
Gostaria de parabenizar o leitor João Paulo S.I. Yagui (Opinião, 26/10) pela crítica à invasão do Instituto Royal, em São Roque (SP) por ativistas que defendem o direito só dos animais ditos "fofinhos". Vale lembrar que ocorrem atrocidades com outros animais diariamente. Animais de estimação são tratados melhor do que muitos humanos. Outros são simplesmente sacrificados impiedosamente para o nosso ego, inclusive alguns tidos como sagrados em certas religiões, como a vaca. Com a palavra, os pseudos ativistas defensores dos animais.

HENRIQUE GARCIA CORDABÉ (aposentado) - Paranavaí



■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne
e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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