Vandalismo em nome da fofura
Há alguns dias ativistas "retiraram" 178 cães da raça Beagle, do Instituto Royal, em São Roque (SP). A alegação era de que os animais sofriam maus-tratos em testes laboratoriais. O instituto nega. Nada fora conclusivamente comprovado. Depoimentos de cientistas especializados atestam os incalculáveis danos causados a pesquisas anticâncer, então realizadas pelo instituto, devido à "intervenção" dos vândalos. Interessante notar que os ratos também utilizados nos experimentos foram deixados para trás. Não que eu apoie qualquer ato fascista, tomado por esses ditos ativistas dos direitos dos animais, mas cabe a pergunta: ratos também não seriam animais? E também não mereceriam a "proteção" desses ativistas? Compadecer-se de amáveis cães Beagle parece muito mais confortável do que invadir laboratórios para libertar ratos. Quando alguém se diz defensor dos direitos dos animais, deveria defender o direito de todos os animais ou seriam só os fofinhos?
JOÃO PAULO S. ITIMURA YAGUI (advogado) – Londrina

Atitude medrosa
Sobre a matéria "Petista diz que sofreu ameaça para votar em Fabio Camargo (Política, 23/10), a afirmação do deputado Elton Welter (PT) é gravíssima. Pelo próprio fato da prática de um crime de ameaça perpetrado dentro da AL, que só veio a público com o vergonhoso episódio do Fabio Camargo. Dentro do Legislativo está o produto destilado da democracia de uma nação. Isto é, os deputados participaram de uma escolha onde representarão seus eleitores e o povo em geral. Essa representação é a máxima da democracia, onde sua posição, diante de um debate, deve ser defendida, até com a própria vida, se necessário. Só o fato de tentar se esquivar do imbróglio dando a desculpa de que sofrera ameaça, já surge a ideia de que o deputado é pessoa fraca não sustenta uma opinião diante outras pessoas, no caso deputados com personalidade forte. Sua atitude timorata, nesse caso, deve ser tratada com rigor. A alegação de que fora vítima de ameaça não o abona da atitude medrosa que teve diante do momento crítico em que se encontrava. Não existe legítima defesa para atitudes medrosas no âmbito da Assembleia Legislativa.
ADEMAR CONSALTER (advogado) - Londrina

Crateras nas ruas
É lastimável a situação das ruas dos bairros Monterrey, Pérola e Guararapes na zona leste de Londrina. Há muito tempo sem manutenção, o asfalto está se deteriorando e formando grandes crateras. É impossível trafegar pelas ruas sem tomar os devidos cuidados, pois poderá ter uma peça do carro quebrada ou pneu furado ao cair nos buracos. Não dá para trafegar nem de bicicleta. Não adianta vir aquele caminhão com uma massa de asfalto. Os trabalhadores jogam na rua, nem acertam os buracos no chão. Tem que tirar os entulhos (pedras que deterioraram)e fazer o recape. Cadê os moradores desses bairros que aparecem apenas nas eleições municipais se candidatando a vereador, passada as eleições não vejo nenhuma atitude deles para a melhoria de nossa região. Peço à administração pública que visite nossa região para confirmar a situação precária das ruas. Cadê o dinheiro dos impostos que pagamos?
ANTONIO JOSÉ RODRIGUES (aposentado) – Londrina

'Mensageiro de Deus'
Sobre o artigo "A semente missionaria", do engenheiro agrônomo Amarildo Pasini (Espaço Aberto, 21/10), fiquei muito feliz por ainda existir pessoas que acreditam que o mundo pode ser melhor quando se tem Deus no coração e o Espírito Santo como nosso encorajador e fortalecedor em nossas fraquezas e tribulações. Muito profundas as palavras que ele cita: "O missionário é o agente que dissemina a paz e otimismo. Ele é reconhecido por sua mansidão, pois irradia a verdadeira fé, que vem de Deus. No entanto, ele não se cala diante das injustiças". Parabéns e que Deus o ilumine para que continue escrevendo sobre assuntos que nos ajudam a crer mais em Deus. Você é um mensageiro de Deus.
MARIA PASCOALINA CORREA DE SOUZA (professora) - Jacarezinho

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