OPINIÃO DO LEITOR
Árvore de divisa
Li com bastante atenção à reportagem "Barreiras naturais para diminuir impacto do vento" (Geral, 15/10) em que professor Marcelo Stipp, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR, sugere o plantio de árvores para servir de barreira e assim reduzir o potencial do vento em Londrina. Há exatamente 23 anos venho tentando em diversos meios (governo estadual, Ministério da Agricultura e até via Presidente da República) a implantação do projeto de plantio de árvores nas divisas de propriedades rurais, criando um grande tabuleiro verde em nosso Estado e no País todo. Isso favoreceria a fauna que teria um corredor de descolamento, além das propriedades. Isso evitaria a ação do vento protegendo a camada de terra fértil e o próprio meio ambiente, pois cada árvore é responsável pelo ar puro ou menos poluído que respiramos.
HAMILTON JOSÉ BORGES DE SAMPAIO (empresário) Maringá
Arrecadação de impostos
Mais uma vez o governo federal bate recorde de arrecadação e, ao mesmo tempo, o fisco lamenta os R$ 7 bilhões de desonerações, ou seja, queriam ter recebido R$ 91 bilhões! Para quê? O que recebemos em troca de tanto tributo? Ah, se este país fosse sério...
EMERSON COSTA LEMES (contador) - Londrina
Briga por migalhas
É difícil entender como pensam as pessoas que querem tirar de uma entidade como a Epesmel a renda que proporciona fazer os milagres que vem fazendo há décadas em Londrina. Deixar alguns centavos pelo tempo que não usou ao estacionar na Zona Azul não vai fazer falta a ninguém. Isso me parece mais uma busca de espaço e não propriamente interesse em defender o bolso dos cidadãos londrinenses. Se todos conhecessem o trabalho que essa entidade realiza e fosse consultado sobre o assunto, com certeza, ninguém iria querer esse troco de volta. Sempre foi mais cômodo e confortável atacar quem faz porque isso incomoda. A palavra de Deus tem razão quando fala: "Vocês serão perseguidos por causa do meu nome".
JOSÉ JAIR ANTONIO DE OLIVEIRA (representante comercial) Londrina
Black blocks
Protestar, escrever cartazes, gritar é necessário, mas é errado fazer igual aos black blocks: vandalismo, agressão a autoridades e a pessoas, jogar pedras e coquetéis molotov, colocar fogo em orelhões, ônibus, quebrar vidros de concessionárias e de prédios do governo. Depois, quando são presos, falam que não fizeram nada. Isso é ser injusto com as pessoas que estão lá para exigir seus direitos e é ser desumano, pois estão destruindo seu próprio país. Sou contra atos de vandalismo e agressões contra o patrimônio público e privado.
MARIA EDUARDA TERZIOTTI (estudante) Londrina
Coitadinhos
Gostaria de parabenizar a leitora Maria R. M. Reyes (21/10) e acrescentar outra pergunta: por que a referida advogada não leva esses "coitadinhos" para casa e os recepciona com um banquete? O ideal seria tirá-los do cárcere e colocá-los para abrir estradas, quebrar pedras, limpar praças públicas, trabalho forçado pelo menos seis horas por dia. Vemos diariamente pessoas empurrando carrinhos cheios de papéis, papelões, etc., para receberem uns trocados por dia. Esses sim são verdadeiramente "coitadinhos".
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) - Londrina
Correção
Diferentemente do publicado na matéria "UBS alaga e atendimento é interrompido", publicada hoje no caderno Cidades, a UBS do Jardim Maria Cecília não vai funcionar hoje. A informação foi repassada pelo Núcleo de Comunicação da prefeitura após o fechamento da edição.
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