Venda casada
Lamentável a qualidade dos serviços prestados pelo cinema do Shopping Catuaí (Cine Araújo) ao consumidor. Além de não aceitarem há meses o pagamento por meio de cartões de débito ou crédito na aquisição dos ingressos, corriqueiramente o consumidor é obrigado a apresentar a quantia exata do valor cobrado pela sessão já que a empresa nunca possui troco. Além disso, a empresa ostenta cartaz proibindo o consumo de qualquer alimento no interior das salas de projeção que não tenham sido adquiridos no local. Tal prática, denominada de venda casada, imposta ao consumidor é abusiva e ilegal, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. O Superior Tribunal de Justiça já decidiu (Resp 744.602) que os frequentadores de cinema não estão obrigados a consumir unicamente os produtos da empresa vendidos na entrada das salas. A decisão considerou que a situação é diferente da que ocorre em bares e restaurantes, em que a venda de produtos alimentícios constitui a essência da atividade comercial. Fica o alerta para que o Procon exerça seu papel de fiscalizar tais irregularidades bem como a todos os consumidores que, sentindo-se lesados, ingressem com ação na Justiça a fim de resguardar seus direitos.
ROBERTO MURAWSKI RABELLO JUNIOR (advogado) - Londrina

Reabertura da Arcindo Sardo
Será que fica muito difícil para a administração atual reabrir a Rua Arcindo Sardo ligando-a à Avenida Henrique Mansano? Afinal, já existem as baias que desafogaram acima e abaixo do cruzamento. Se houvesse uma lombada em frente ao portão do autódromo (na Winston Churchill)via centro, a redução da velocidade comportaria uma pequena rotatória sem o problema das desapropriações. E poderia haver uma faixa de pedestres um pouco depois da lombada, pois quase não dá para atravessar por ali.
DAILTON MARTINS (comerciante) - Londrina

Críticas coerentes
Todos os dias leio nos jornais uma série de cartas criticando a atual administração pública. Não estou aqui defendendo ninguém até porque, quem me conhece sabe que eu não sou de fazer isso, muito pelo contrário. Mas, quando se faz uma crítica a alguma coisa é porque se sabe como aquela coisa deveria ser feita de forma correta. Então, meus caros criticadores de plantão, aqui vai a minha crítica a vocês: se dizem que está errado é porque vocês sabem como deve ser feito de forma certa. Sendo assim, apresentem seus projetos, suas ideias, suas formas de fazer a quem está administrando e, certamente, estarão cooperando muito mais para que Londrina melhore em todos os aspectos.
NINA CARDOSO (psicóloga) – Londrina

Alfabetização
Sobre a matéria "O desafio da alfabetização plena" (Reportagem, 7/10), somos todos a favor da boa educação e o Brasil tem melhorado muito a favor da alfabetização. É bom saber que a maioria das pessoas sabe pelo menos o básico da aprendizagem, que são poucos os analfabetos e também que ainda podemos encontrar pessoas esforçadas e que estão dispostas a aprender.
GABRIELA MARIA COSTESKI CROSATI FERREIRA (estudante) – Londrina

Lixo Zero
Com relação à matéria "Apresentação de tecnologias será nos próximos dias" (Geral, 17/10), a CMTU esclarece que o programa Lixo Zero foi criado pelo presidente da CMTU, Carlos Alberto Geirinhas, e o Processo de Manifestação de Interesse (PMI) é parte dele. O objetivo do programa é construir e implantar um sistema de coleta, tratamento e processamento dos resíduos sólidos produzidos em Londrina, abrangendo da sua geração até a fase final, dando utilidade até mesmo aos hoje denominados "inservíveis". Na primeira fase da PMI se inscreveram 21 empresas, se propondo a apresentar projetos e tecnologias para as várias etapas do processo. Vencido o prazo foram inscritos oito projetos – todos vão ser apresentados nas audiências públicas. O Programa Lixo Zero prevê a definição do tratamento de todo o resíduo solido, o que inclui o orgânico e o rejeito. Compostagem é apenas uma das tecnologias possíveis para o orgânico, e não necessariamente a que vai ser escolhida. Durante as audiências públicas, os participantes poderão conhecer todas as tecnologias que as empresas estão propondo.
ASSESSORIA DE IMPRENSA DA CMTU

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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