Drogas poderosas
Comissão de juristas do nosso "incorruptível" Senado resolveu excluir a corrupção do rol dos "crimes hediondos". Por achar, evidentemente, que a corrupção nada mais é que um simples desvio de personalidade, curável a qualquer momento, segundo alguns "veterinários". O crack é uma droga que altera quimicamente uma parte do cérebro humano chamado sistema de recompensa. A corrupção compensa e recompensa os poderes da nossa indefesa pátria amada, ou seja: Legislativo, Judiciário e Executivo. O indivíduo quando fuma crack, a droga prende a dopamina nos espaços entre as células nervosas, criando as sensações de: comer, fazer sexo, etc., achando tudo "um barato"; uma sensação de euforia que dura de cinco a 15 minutos. Na sequência vem a depressão. Logo após o desejo de mais e mais... O vício da corrupção também é "um barato", que causa uma sensação e um desejo de desviar, roubar, achacar, mais e mais. Os efeitos colaterais da droga atingem o viciado e seus familiares; ao passo que os efeitos colaterais da corrupção são bem mais devastadores, deixando escolas, hospitais, estradas e demais serviços afins, em estado de miséria. O remédio para essa triste realidade estava nas mãos do "Supremo", todavia este se encontra irremediavelmente contaminado! Que pena!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina

Praças sujas e abandonadas
A praça Jonas de Farias Castro, na confluência da Rua Quintino Bocaiúva com a Mossoró, no centro de nossa querida Londrina, é uma vergonha. A sujeira e o abandono tomaram conta não só desta, mas da maioria das praças da cidade. E a responsabilidade,desculpe senhor prefeito, é da vizinhança que a suja e joga lixo, mas principalmente sua. Nem sempre são necessários recursos. Na maioria das vezes, só é necessário ação e competência dos responsáveis pelos serviços. Implante um projeto em parceria com a comunidade para manutenção e limpeza das áreas públicas. Se for um bom projeto, pode ter certeza que a comunidade apoia e participa. Precisamos mudar urgentemente a cara da nossa cidade.
RAFAEL DE GIOVANI NETTO (empresário) – Londrina

Virada Cultural
Fiquei muito triste em saber que nenhum artista londrinense irá se apresentar no Zerão na programação da Virada Cultural de Londrina. Haverá show do Moraes Moreira e mais quatro bandas paranaenses, sendo três de Curitiba e uma de Umuarama. Acho que um evento com o nome de "Virada Cultural de Londrina" deveria apoiar mais a cultura local e a cidade tem muitos cantores(as) de qualidade que poderiam fazer parte deste evento.
GUSTAVO DE MATTOS ROCHA (músico) - Londrina

Mudança no clima
Nestes 12 anos de minha vida, nunca vi esse frio em plena primavera. Nem tantas chuvas desgovernadas e intercaladas com longos e inexplicáveis períodos de seca. Reflito se há alguma maneira para eu contribuir na restituição do equilíbrio da natureza. Quero saber realmente o que nossos governantes fazem para nossa situação melhorar, tanto com relação à coleta seletiva do lixo de Londrina, quanto com a educação ambiental nas nossas escolas para ensinar a importância real dos três erres: reciclar, reutilizar e reduzir. Se não for levada a sério essa questão, daqui a pouco poderemos ter geada no Natal.
ELEN TORRES (estudante) – Londrina

Saúde
A saúde em Londrina está um caos. Necessito continuar meu tratamento para voltar a andar, e não consigo. Faltam remédios nos postos de saúde e atendimento digno. O prefeito Alexandre Kireeff, ao ser candidato, sabia dos problemas que iria enfrentar e está deixando muito a desejar em relação à saúde da nossa cidade.
LUIS CARLOS GILFRIDA (servidor público) - Londrina

Eleições 2014
Confiamos nosso voto a certos candidatos para que eles sejam nossos representantes na Câmara de Vereadores. Agora, os mesmos dizem que serão candidatos a deputado estadual com a desculpa que farão muito mais em Curitiba. Se não conseguem cumprir um compromisso de campanha, traindo a confiança do voto, será que acham que vamos acreditar em mais uma falsa promessa?
JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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