Greve dos bancários
Impostos devem - ou pelo menos deveriam - pagar por melhores estradas, médicos nos hospitais, melhores escolas e salário de professores, saneamento básico, etc. Recursos de impostos são utilizados para pagamento de altos salários de políticos e apadrinhados sem concurso, que como vimos na Folha de Londrina, recentemente, foram contratados 180 servidores com salários que ultrapassam R$ 14 mil, sem falar dos desvios de recursos. Bancários produzem seu próprio salário, com seu trabalho e muitas vezes até com a saúde, já que são eles que ajudaram a produzir lucros que, nos últimos 12 meses, ultrapassaram R$ 50 bilhões.
JOSÉ CARLOS FRANÇOLIN (bancário) - Umuarama

Educação e conscientização
Concordo quase que na íntegra com o leitor Dailton Martins (Opinião, 8/10), sobre o entupimento de bueiros e suas desastrosas consequências à população. A única divergência é quando afirma que "é na escola que a conscientização acontece e vai casa". Cabe, também, à escola esse papel de incutir nos educandos a necessidade e a importância das boas práticas pessoais e comunitárias, mas, acima de tudo, está o preparo intelectual. Se a conscientização deve sair da escola para a casa, a educação berçária deve fazer o caminho inverso.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Resquícios do temporal
Londrina foi atingida por um temporal nas últimas semanas que causou muitos prejuízos. Os estragos, porém, são consequências de atos praticados pela própria população. Muitos reclamam dos alagamentos, mas não percebem que isso ocorreu pelo fato dos bueiros estarem entupidos, mas foi a população que entupiu com o lixo! Outros falam das árvores caídas nas ruas que ainda não foram retiradas e estão atrapalhando a trânsito, mas as pessoas não percebem que elas mesmas podem ajudar, tirando os galhos! Se cada um fizer a sua parte, tudo fica mais fácil.
GIOVANA APARECIDA TERZIOTTI (estudante) – Londrina

Está tudo dominado: FGTS
Em 2001, o governo instituiu mais uma contribuição, com o objetivo de cobrir o rombo do caixa do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, causado pelos planos Verão e Collor. É o adicional de 10% na multa do FGTS, pago pelos empresários em todas as demissões sem justa causa. Anos e mais anos amargando essa contribuição e eis que, finalmente, em julho de 2012, o rombo de mais de R$ 40 bilhões foi totalmente coberto. Missão cumprida. Os empregadores comemoraram, acreditando que o governo determinaria o término desta cobrança já em agosto de 2012, certo? Errado! Até hoje, mais de um ano depois da cobertura do rombo, nós - empresários frustrados no quesito "carga tributária" - continuamos pagando o adicional de 10% do FGTS. De agosto de 2012 até agora foram sangrados indevidamente das empresas mais de R$ 3 bilhões. É mais uma vez o setor produtivo sendo prejudicado. É revoltante observar novamente o governo enfraquecer o empresariado e diminuir o poder de competitividade das empresas.
VALTER LUIZ ORSI (presidente do Sindimetal Londrina) - Londrina

‘Fato sem domínio’
O artigo do jornalista René Ruschel, "O fato sem domínio" (Espaço Aberto, 9/10) é uma preciosidade. De forma objetiva e clara, como convêm a todo bom jornalista, ele explicou e traduziu o que juristas, ministros e, principalmente, seus colegas de imprensa não conseguiram ou então tentaram distorcer. Acompanhei todo o processo do mensalão e nada se compara ao que li. Parabéns ao jornalista pelo brilhantismo de seu texto.
SÉRGIO LINS (engenheiro civil) - Maringá

Sorriso dos excluídos
Em nome da doutora Sebastiana Arruda, gostaria de agradecer ao leitor Mário Menezes (Opinião, 2/10) pelos merecidos elogios à dentista tema da reportagem "Ela faz sorrir os excluídos" (Reportagem, 29/9), escrita pela competente repórter Silvana Leão. É desse tipo de reportagem que a FOLHA deve se apegar para continuar sendo uns dos mais lidos jornais do Sul do País. E, para doutora Sebastiana, nossos mais sinceros agradecimentos pela sua "doação" em prol de todos, necessitados ou não.
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) - Londrina

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