Corrupção: doença contagiosa
O corrupto não deixa de ser um doente. No início é apenas um mal-estar e, aos poucos, a doença passa para uma fase aguda e, se não for tratada a tempo, pode ser fatal. É contagiosa: o corrupto quer sempre levar o maior número de pessoas com ele, pois sabe que quanto mais gente no rolo mais leve fica a sua culpa. Essa doença tem que ser tratada com remédio eficaz: meia dose não cura. É uma doença que cria resistência quando tratada com pouco caso e é, por isso, que está aumentando tanto no Brasil. O tratamento é ineficaz e o governo do PT não tem capacidade para entender a gravidade dessa doença, pois os doutores petistas são pacientes terminais e querem levar com eles mais gente para não afundarem só. Essa doença mata mais gente do que a guerra. E pior: só mata inocentes, sem proteção, crianças e pobres. Essa doença chamada corrupção é como uma nuvem de gafanhotos em uma lavoura: come tudo o que encontra pela frente e desaparece no ar como fumaça. Só se percebe depois do prejuízo, e nessa modalidade o PT é diplomado. Até quando a sociedade brasileira vai aguentar não se sabe, mas a doença está se alastrando. Só se os médicos cubanos trouxeram na mala algum remédio eficiente para acabar de vez essa epidemia.

SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina




Tempos modernos
Não significa deixarmos de ser educados e corteses. Com certeza, muitos podem me criticar e rir. Entretanto, isso não me preocupa. Preocupa-me, sim, a omissão e a passividade com que hoje nos relacionamos com o nosso próximo. Tínhamos uma forma mais humana e solidária no trato com as pessoas. Atualmente, pouco utilizamos as inúmeras formas de convivência agradável existente. No trânsito: darmos preferência para uma ambulância, um coletivo, um ônibus escolar, um idoso, uma criança, enfim, ao pedestre. No elevador: um cumprimento, uma troca de palavras. No trabalho: um bom dia, um como vai, um até amanhã. No entretenimento: um sorriso, uma nova amizade. Na família: carinho e amor. Com os amigos: sinceridade, solidariedade, transparência. Ainda é tempo! Faça uma reflexão sobre o seu comportamento no relacionamento com as pessoas.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina




Aumento do analfabetismo
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) feita em 2012 e divulgada pelo IBGE traz um dado relevante: o analfabetismo voltou a crescer. A maior concentração de analfabetos está no Nordeste, 54% distribuídos entre Bahia, Paraíba, Alagoas e Pernambuco. É a falta de instrução que agrava a desigualdade. O Nordeste é onde a presidente Dilma tem a maior concentração de eleitores. A explicação é simples, menos estudo, maior a compra de votos e o TRE fingindo de morto.

IZABEL AVALLONE (professora) - São Paulo




Políticos oportunistas
Não estou fazendo propaganda política, mas sim usando o meu direito de cidadão para expressar minha opinião quanto àqueles que nos representam, notadamente os da esfera legislativa. É expressivo notar os que realmente trabalham, vestem a camisa, desempenhando a função para qual foram eleitos/contratados, enquanto que outros, verdadeiros oportunistas, procuram aparecer em momentos estratégicos. Pena que a massa do eleitorado não percebe isso e, por comodidade ou por ter nomes antigos gravados na mente, simplesmente aperta o "botão" para desincumbir a obrigatoriedade da votação. Assim penso que é chegado o momento de se publicar relatórios, por órgãos idôneos, onde conste a avaliação com o desempenho e aproveitamento desses parlamentares, inclusive com suas rotinas e despesas pagas pelo contribuinte, e fazer isso chegar de forma simples e clara a todos os eleitores.

JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina




■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne
e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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