‘João Pichação’
Dia desses li na FOLHA que um tal João Pichação (ou "Pixação" como ele escreve) postou no Youtube um vídeo falando sobre a sua "arte" de pichar e afirmando que não vai parar com a sua "proveitosa, útil e inteligente" obra. Assisti ao vídeo: uma insanidade! O seu depoimento é uma prova irrefutável da falta que faz uma educação de boa qualidade na formação dos jovens e que um tempo de cadeia faria bem a essas mentes deturpadas. Para a população ordeira, é muito difícil ver a cidade vandalizada e com enormes prejuízos ao patrimônio público e privado. Da mesma forma que se acovarda, fazendo seus indecentes rabiscos na calada da noite, no vídeo ele não tem a coragem de mostrar a cara. É o tipo de rebelde sem causa. Se de um lado causa nos comiseração pela sua limitação intelectual, por outro proporciona-nos preocupação pelas consequências dos seus atos e o possível crescimento do seu grau de delinquência. Por favor autoridades, punam pelo menos um desses "espíritos de porco" para servir como exemplo e desencorajar essa agressão ao nosso patrimônio.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

Francisco de Assis
Passaram-se mais de 780 anos, e a figura de um jovem ainda paira no mundo: Francisco de Assis – o imitador de Cristo. Talvez pela sua forma de ver o mundo após a descoberta que não era a igreja de pedra que deveria restaurar. Hoje vivemos em uma sociedade cujos valores não preenchem os ideais de Francisco, o da vida, justiça, liberdade e o pão repartido, preferindo a violência, miséria, exploração, abuso de poder e a corrupção. Surgirão novos Franciscos que, descontentes com os valores desta sociedade, nega-os profundamente e, ao retirar de sua vida todo o domínio do lucro desmedido e do poder corrompido, aparecerão como a lucidez e a contradição, capaz de restaurar uma nova relação dos homens com os homens, dos homens com Deus e com toda a natureza. Os homens, dirigidos pelo mesmo espírito que animou Francisco, devem buscar esta paz para que se construa aqui na terra o reino de Deus. Peçamos ao Senhor: "Fazei de nós um instrumento de vossa paz".
JUAREZ ARNALDO FERNANDES (consultor) - Londrina

Recapeamento pela metade
Após observar os recapeamentos de nossa cidade, gostaria de entender o porquê de não acabar um serviço por inteiro. Na Avenida Higienópolis não consigo entender por que deixar 200 metros sem recape e com buracos. Na Avenida Lucia Helena eles acabaram o recape em um buraco, mas não o tamparam. Quanto ao questionamento do leitor Oséas Peçanha (Opinião, 2/10), é muito fácil responder: o Jardim Santa Mônica parece uma colcha de retalhos, em nenhuma rua terminaram o trabalho por inteiro. E quando fazem, tampam as tubulações de inspeção e depois outra empresa vem e quebra o que foi feito. Esta mais do que na cara que o recurso é federal e, com certeza, irão acabar a obra em janeiro, pois o deputado federal que conseguiu essa verba vai pedir votos para a população do bairro e - como ocorreu na execução da implantação da rede de esgoto - deve até frequentar a missa no sábado à noite. O pior é que o povo cai nessa lábia.
ANTONIO RICARDO PACHECO (engenheiro mecânico) - Londrina

A Síria é aqui!
Dois anos de conflito na Síria resultou em cem mil mortos. Quase chegamos a este número só com o trânsito brasileiro: 42 mil por ano (sem contar com os não contabilizados que morrem dias ou meses depois do acidente). Se somarmos aos 50 mil assassinados a cada ano, superamos a Síria. Temos o crack espalhado até nas áreas mais remotas do País. Estimativas falam em 2,8 milhões usuários. Os políticos estão pouco ligando para a vida e sofrimento dos outros. Nesse quesito, ganhamos da Síria, pois aqui o político só é considerado culpado se levar a sogra no avião da FAB para assistir à seleção. Isto não pode!
RUBEM DE OLIVEIRA CAUDURO (professor) – Brasília (DF)

Correção
Ao contrário do informado na matéria "Estudos sobre síndrome de Down avançam" (Saúde,30/9), a trissomia do cromossomo 21 é uma alteração genética.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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