‘Nota de falecimento’
Faleceu na tarde ontem, 18 de setembro de 2013, o Poder Judiciário do Brasil. O desenlace se deu em função da falência desse último órgão vital, que ainda resistia aos ataques de uma infecção generalizada provocada pela bactéria denominada corrupção, mas capitulou diante da chegada de novas colônias. Pede-se aos brasileiros inconformados que compareçam ao velório vestidos de roupas e nariz de palhaço. O sepultamento será feito no panteão da praça dos Três Poderes em Brasília, onde jazem os restos mortais do Executivo e do Legislativo, também acometidos pela mesma virulenta doença. Estão convidados todos os brasileiros honestos para a missa de sétimo dia, quando serão feitas orações pedindo às forças divinas que salvem as nossas futuras gerações dessa maldita bactéria, implantada há séculos no organismo do País e intensamente alimentada e disseminada nos últimos 10 anos. Roga-se aos homens probos da nação a se apresentarem para cuidar do espólio que, por ora, encontra-se nas mãos de pessoas da mais baixa estirpe. Está decretado luto oficial em todo o território nacional, por tempo indeterminado, enquanto não for encontrado um antibiótico potente para matar a bactéria e curar a doença da impunidade que está acabando com a esperança dos brasileiros em sonhar com um país mais justo.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina

Desafio
Talvez o prefeito e os técnicos da CMTU não saibam: foi inaugurado um novo shopping em Londrina, perto do Terminal Rodoviário, bem próximo da Praça do Viajante. Faço um desafio ao prefeito e técnicos em tráfego da CMTU: tentem atravessar, a pé, a Avenida Dez de Dezembro nos horários de grande movimento de veículos. Importante não esquecer o relógio para marcar o "tempo de espera". Se não for possível sair dos seus gabinetes, mandem seus filhos ou esposas tentar a travessia. Depois espero que estudem (mas não demorem muito) e apliquem uma solução para mais este ponto de "estrangulamento" de trânsito da cidade.
JAMES BUSSMANN (aposentado) – Londrina

Uma voz clamando no deserto
Oportuno o artigo "Alta tensão nos bairros", do engenheiro civil Airton Nozawa (Espaço Aberto, 14/9). Pena que a mídia não dá a mesma importância sobre os desmandos da Copel em Londrina, instalando uma subestação e superpostes numa região em que moram milhares de pessoas, além da proximidade com hospital, escola, etc. Vemos o supermercado Angeloni sendo impedido de se instalar, o portal da passarela sendo contestado e, no entanto, a Copel continua com a sua construção a todo vapor e sob o beneplácito da Justiça, ignorando os perigos para o nosso bairro. O governador Beto Richa, em resposta a minha indignação, disse que isso teria que ser "exaustivamente" debatido com a comunidade local, e o que fez a Copel: veio uma única vez, disse que voltaria, mentiu para uma comunidade inteira e voltou apenas para acabar com o sossego de três bairros. Pobre não tem vez nem voz neste País.
VITOR NONINO (contador) – Londrina

Importação de médicos
Concordo com o artigo "Médicos, os vilões da vez", do médico Marcus Vinícius Danieli (Espaço Aberto, 5/9). Trazer médicos sem uma capacitação adequada pode, muitas vezes, trazer extremos riscos para a população brasileira que tanto precisa dos serviços. Aliada à escassez de infraestrutura, a vinda de médicos estrangeiros pode ser considerada crime, pois pode agravar ainda mais a crise na saúde.
LEONARDO DE BRITO GARCIA DOMINGUES (estudante) – Porecatu

Correções
Ao contrário do publicado na coluna Tira-Dúvidas (Folha Ambiente & Sustentabilidade, 11/9), Sandra Araújo é presidente da Cooperativa dos Profissionais de Reciclagem de Londrina (Coocepeve ). A antiga Coopersil, hoje Cooperregião, é presidida por Zaqueo Vieira.

Diferentemente do que foi publicado na matéria "Paraná é o 3º em número de universidades" (Geral 18/9), o Estado tem 195 instituições de ensino superior .

Na matéria "De olho nos rótulos" (Saúde,16/9), a farmacêutica Rejane Dias Neves de Souza frisa que é mais adequado dar preferência aos alimentos que são produzidos com óleos vegetais ao invés de gordura vegetal.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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