Pedágio lá e aqui
Em uma viagem que fiz para Blumenau (SC) dias atrás, não pude deixar de constatar a diferença entre o nosso pedágio e o deles. Entre ida e volta, viajei 958 quilômetros no Paraná e gastei R$ 96,80. Em Santa Catarina, foram 302 Km rodados e gasto de apenas R$ 6,80. Resultado: o custo por quilômetro rodado no Paraná foi de R$ 0,10 e o custo lá, R$ 0,02. Tratando-se de centavos, a diferença parece pouca, mas se você fizer uma viagem dessa uma vez por semana em um ano você vai gastar de pedágio no Paraná R$ 5.173,20, e em Santa Catarina R$ 326,16. Em 5 anos você compra um carro novo. Será que precisaremos de uma primavera no Paraná também?
JOSÉ JAIR ANTONIO DE OLIVEIRA (representante comercial) – Londrina

Privatização da Vale
Discordo do leitor João Paulo S. Itimura Yagui (Opinião, 13/9) quando afirma que a privatização da empresa Vale foi muito bem-sucedida. A empresa foi privatizada pela "bagatela" de pouco mais de US$ 3 bilhões. Só a Província Mineral de Carajás, de propriedade da Vale, valia no mínimo 30 vezes mais. Em 1980, suas reservas de minério de ferro foram estimadas para exploração por mais de 500 anos. Além disso, a mina dispõe para exploração de outros minérios: ouro, estanho, bauxita, manganês, níquel, cobre e outros minerais nobres. Sem contar ainda que a empresa detinha na época de sua privatização ativos de minérios no Estado de Minas Gerais, ferrovias, portos, etc. Mesmo após a queda das bolsas a partir da crise nos EUA em 2008, hoje o valor de mercado da Vale na Bovespa é de aproximadamente US$ 76 bilhões. Sem dúvida, a privatização da Vale foi um excelente negócio para os compradores, não para o Estado brasileiro.
JOSÉ EDMUNDO MOURA (aposentado) – Ribeirão do Pinhal

Corte de árvores
Gostaria de saber quem é o responsável ou "irresponsável" por cortar cinco árvores no Cemitério São Pedro de Londrina. Elas não atrapalhavam ninguém, somente davam sombra e frutos. Virá o Dia de Finados e todos procurarão por suas sombras. O Cemitério São Pedro faz jus ao nome "cemitério", pois nem flores se pode colocar lá, ao contrário do cemitério de Rolândia onde o administrador cuida da limpeza, da organização e há flores artificiais e não tem dengue.
IDALINA ZORZETTI (professora) – Rolândia

Síria: oremos
Depois de tantas guerras e de tantos flagelos que elas causaram à humanidade, é de se espantar que alguém ainda acredite na força das armas para resolver divergências políticas, raciais ou territoriais, etc. E pior: que entre eles estejam alguns chefes de Estado como Barak Obama, que está revelando uma face negativa desconhecida ate pelo povo americano que, em sua maioria, é contra a intervenção militar. Os norte-americanos já viram esse filme e muitos deles tiveram seus filhos mortos, na Coreia, no Vietnã, no Iraque e em tantas outras guerras que no início parecia ser fácil e rápido, mas que se transformaram numa grande carnificina e muito sofrimento e mortes de muitos inocentes. Se as guerras fossem soluções, a humanidade viveria num paraíso. Não se trata de deixar impunes os responsáveis. O plano russo prevê uma investigação rigorosa por parte da ONU e que os verdadeiros culpados respondam por seus crimes. Não se pode fazer sofrer ainda mais um povo já tão castigado. No mundo globalizado e fraternizado, ninguém pode ficar de braços cruzados vendo a casa do vizinho pegar fogo. É urgente que se busque uma solução não violenta, e que satisfaça a ambos os lados. Com ações diplomáticas, humanitárias ou espirituais por meio de orações para que a luz Divina ilumine os oponentes e os faça ver a estupidez da guerra e a sensatez e sabedoria da paz.
SILVÉRIO DA SILVA (empresário) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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