Nova Palhano
O prefeito Alexandre Kireeff e a Câmara de Vereadores deveriam fazer um plebiscito com os moradores de uma certa região da cidade e verificar se eles não querem também mudar o nome do município para "Nova Palhano". Possuidora das ruas e avenidas mais largas da cidade, uma lei que proíbe a aglomeração de prédios como ocorreu na região das ruas Santos, Paranaguá e Belo Horizonte onde um vizinho sente o cheiro do amaciante que o outro usou nas roupas. Já foi discutida a questão da rede de alta tensão e eles continuam a reclamar. Se a rede for alterada ou mudar para subterrânea será toda a população de Londrina que irá ratear as despesas e não somente os reclamantes. Com relação ao Angeloni, a prefeitura e a Câmara já deram seu parecer a respeito e os moradores continuam a reclamar sob alegação de que as crianças não poderão brincar nas ruas do bairro. Não existe ninguém andando a pé naquela região a não ser os prestadores de serviços e auxiliares dos moradores locais. Vamos então deixar o Angeloni fazer o tráfego de caminhões de entrega na Madre Leonia e deixar os congestionamentos para que eles resolvam. Se essa empresa processar o município pelos desmandos e os lucros cessantes, novamente será toda a população quem arcará com a fatura. Vamos tentar deixar Londrina crescer.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) - Londrina

Saúde do Brasil, quem é culpado?
Fazendo um retrospecto da situação do setor de saúde no Brasil, lembro que o governo e o Ministério da Educação não se preocuparam em abrir faculdades de Medicina e faziam exigências absurdas para abertura de novas instituições. A classe médica também se acomodava porque era do interesse dela também a não abertura. O curso de Medicina era para uma classe de elite, depois de formado esses profissionais jamais iriam para interior onde não se tem a mínima condição e estrutura para exercício da profissão. Chegamos aos caos e a solução do governo de imediato seria trazer os médicos cubanos. Não será ruim, pois eles atuarão num programa específico do governo. O que não se pode é passar por cima de uma legislação já consolidada no país, mesmo que seja emergencial. Não existe médico pela metade. Se for assim, abre-se uma brecha na lei aos bacharéis de Direito que terão os direitos a registro sem a necessidade de fazer o Exame da Ordem.
ARMANDO OSSAMU SARUHASHI (consultor ambiental) – Londrina

‘Jeitinho brasileiro’
Que o brasileiro é espaçoso e deixa tudo para última hora, não há dúvida. Exemplo disso foi o que aconteceu nos últimos dias do recadastramento biométrico em Londrina, cujo prazo terminou na sexta-feira. Segundo informou-se, tinha de boneca disfarçada de bebê, locação de crianças e venda de senhas. Não há muito o que se espantar com o ocorrido. Isso mostra como o brasileiro anda descontente e descrente dos políticos que "governam" este País. E não para por aí. Sabemos que nos EUA (potência mundial) a eleição ainda é aquela de cédulas de papel onde há pessoas sérias e, caso ocorra alguma divergência numa apuração eleitoral, podem tranquilamente fazer uma recontagem de votos. Aqui, tanto faz ser urna eletrônica com identificação biométrica: "eles" sempre darão um jeitinho, como já foi confirmado em diversos cantos do país. Imaginem se não fosse obrigatório esse recadastramento, posso até estar enganado, mas apenas dois atendentes fariam esse trabalho e sem fila. Se aquela megaestrutura montada fosse em prol das consultas e exames médicos pelo SUS, que levam de cinco meses a três anos de espera, aí sim teria certeza que este seria um país de políticos honestos e mereceria cada voto de seus eleitores.
NATHANAEL DA SILVA (projetista) - Londrina

Faca de dois gumes
Eu não sei o que seria pior em caso de uma emergência: ser atendido por um médico estrangeiro que sequer é entendido e se faz entender ou por um médico brasileiro formado em uma das diversas faculdades "caça-níqueis" existentes país afora.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Síria
Os Estados Unidos estão ávidos para mais uma investida militar no Oriente Médio. Vivem disso. Precisam disso, pois sentem prazer em demonstrar sua supremacia destruindo um ou outro país, sempre lastreados por países baratos como França e Inglaterra. Após a apropriação de Iraque e Líbia, a bola da vez agora é a Síria. Enviam armas químicas para os rebeldes sírios com a finalidade de forjar um motivo para a invasão do país. Para os sírios, resta a esperança do apoio cada vez mais omisso da Rússia e China, pois se depender da ONU o ataque já teria começado.
HABIB SAGUIAH NETO (aposentado) - Marataízes (ES)

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne
e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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