OPINIÃO DO LEITOR
Doutores importados
A importação de médicos não resolverá, mas será um alívio para a população abandonada. Doutores importados serão melhores do que o nada hoje reinante. Melhor ser atendido na hora por um médico estrangeiro que esperar meses por um médico brasileiro. Que o governo petista deixa a desejar, todo mundo sabe, mas essa medida é correta. Que venham cubanos, portugueses e argentinos. O doente sem assistência é um torturado e o governo que não cumpre sua missão constitucional de garantia à saúde, sem dúvida, é o torturador. O deficit de profissionais da saúde no Brasil provoca uma reação em cadeia e divide opiniões. Muitas pessoas os recepcionaram de maneira hostil e agressiva, mas não representam o povo brasileiro. Acho que o povão desassistido sairá no lucro.
MÁRIO FUZETO (técnico contábil) Itambaracá
Médicos cubanos
Enquanto a maioria da população brasileira e a totalidade da classe médica estão preocupadas com a qualidade do trabalho dos médicos "escravos cubanos" e com a forma que receberão seus soldos, digo que o problema é bem mais grave. Sabemos que o PT sempre sonhou em um dia assumir nosso país com um ditador e implantar um regime socialista, por que não comunista. O início já foi dado plantando sementes, ou seja, médicos comunistas, não somente para atender de forma precária a população, mas com formas de disseminar o comunismo nas regiões mais carentes onde o povo sem cultura, desprovido de conhecimentos, carente se torna presa fácil para iniciar movimentos de extrema esquerda. E é isso que o PT quer e, quando acordarmos, teremos ditadores como os irmãos Castro, Hugo Chávez e tantos outros que o senhor Lula tanto admira.
SIDNEY GIROTTO (médico) Londrina
Londrina e a Cidade do México
A Cidade do México está afundando. Ela tem 500 anos, mas o problema foi sentido há mais de 60 anos. A cidade foi construída sobre um lençol d´água. A água foi sendo retirada para o consumo e a cidade foi sendo coberta por cimento e asfalto, não havendo espaço para a chuva penetrar no lençol freático. Quando perceberam o problema começaram a descobrir a cidade, ou seja, quebrar as calçadas e fazer canteiros de flores para receber a água da chuva. Mas o prejuízo que foi feito não tem volta. Fiquei preocupada com Londrina que também fica sobre um aquífero e foi muito coberta com cimento e asfalto. Muitas residências, que antigamente tinha jardim, foram transformadas em casas comerciais e os jardins cimentados para serem estacionamentos. No lugar de muitas casas, ergueram prédios e na maioria sem área descoberta. A Sanepar traz água do rio, mas há em Londrina muitos poços artesianos. Muitos espaços em Londrina estão agora com uma cobertura que permite a passagem da água da chuva. Estão fazendo isso para evitar alagamentos e a seca das nascentes. É preciso ampliar as áreas de penetração da chuva. Os quadradinhos em volta das árvores são muito pouco.
ARACY TURCE SIDNEY (professora) - Londrina
Revolução educacional
Quero parabenizar a professora Odivanildi Rosa Bonin por contestar o pesquisador Ronaldo Mota (Opinião, 25/8). Quem vivenciou durante 40 anos dentro de uma sala de aula, como eu, pode provar tudo que ela escreveu sobre o problema educacional no País.
TEREZA CRISTINA GÓBIS AUGUSTO (professora) - Cambará
Desrespeito ao hino
Com todo respeito que os hinos merecem, cantá-los em estádios de futebol é perda de tempo. Jogadores não sabem nem a postura correta e nem cantá-lo. A torcida pior ainda: alguns vaiam, outros nem sabem se comportar diante da execução. Sugiro que se torne lei e obrigação nas escolas, cantar o hino antes de começar as aulas, quem sabe teremos jovens mais comprometidos com a Pátria.
WALTER LEMOS FILHO (consultor) - Florianópolis (SC)
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