Burocracia x corrupção
Até quando teremos tanta burocracia em nosso País? A burocracia sempre será conservadora e arcaica, travando o progresso e a evolução de novos empreendimentos. As micros e pequenas empresas, dependendo o município, sofrem para concluir o processo de abertura com tantas exigências para conseguir alvarás de licenças, mesmo sendo amparadas pela Lei Geral 123/2006 que prevê um tratamento "diferenciado". O que fazer para eliminar a burocracia com responsabilidade e o cumprimento da lei? O incêndio na boate Kiss no Rio Grande do Sul deixou as autoridades atentas ao ocorrido e aumentou-se o rigor de segurança em casas noturnas. Mas será que a demanda e a execução das "burocracias" caminharam junto com a geração de renda e emprego desses empreendedores? Será que o Estado está preparado para cumprir a lei, com agilidade e eficiência?
EMERSON BENEDITO DA SILVA (contador) - Sertanópolis

Readequação na Lei Cidade Limpa
Os comerciantes dependem da placa de publicidade na entrada da loja para atrair consumidores. A lei municipal, de autoria da administração anterior, não ajuda em nada o comerciante. O tamanho da placa poderia ser de pelo menos 30% contra os atuais 15%, com direito a se colocar também,pelo menos uma placa de oferta de produtos em tamanho 50 cm por 66cm. É o mínimo que a Prefeitura de Londrina poderia fazer para quem só pode abrir em horário específico e mesmo que queira trabalhar mais não pode porque tem lei que não permite.
DAILTON MARTINS (comerciante) - Londrina

Reforma Política
Como podemos reformar uma coisa que não tem conserto. Não é uma Reforma Política que vai arrumar o que não está dando certo. A coisa é muito mais complexa. Os problemas não se resolvem assim, num estalo de dedos. Nosso problema não é apenas um entrave político. Ele vai muito além disso. Se tivermos que fazer uma reforma, seria na formação dos reformadores, preparando-os para enfrentar os grandes desafios que nos afligem como: falta de patriotismo, de civismo, de moralismo, de cultura, de idealismo, de disciplina e de conhecimento de causa. Sem falar na famosa "Lei da Vantagem" que, infelizmente, já faz parte da nossa história política. Como pode dar certo assim? Que me desculpem os bons políticos. É raro encontrá-los, mas sei que existem. São minoria, portanto, votos vencidos. O que resta a fazer é pedir a Deus que ilumine as mentes desses homens nas tomadas de decisões.
OSVALDO CARDOSO GASPAR (professor de História) - São Sebastião da Amoreira

Papa Francisco
De tempos em tempos, surge um novo ícone a ser copiado e admirado. São lideranças que carregam dentro de si uma vida de experiência em servir e um coração acolhedor que não mede distância. Aproxima-se das angústias, sofrimentos de um povo esquecido, criando esperanças de um mundo igualitário de respeito, carinho, atenção, amor e solidariedade com o próximo. A luta do papa Francisco está apenas começando. Na Jornada Mundial da Juventude, o pontífice disse que "devemos ouvir os jovens, mesmo que eles ainda não tenham opiniões formadas, pois eles são nosso futuro, e admirar e cuidar dos idosos, pois estes têm experiência de vida, que poderá ser repassada para os jovens". Ele reforça a ideia de que é possível melhorar o mundo, tendo sob controle a ambição do dinheiro, o capitalismo selvagem, o egoísmo, dando espaço para ações de fé em Deus e aprofundando as ações humanitárias, principalmente em relação aos mais necessitados. O papa está enfrentando uma luta árdua na reforma da Igreja Católica, do catolicismo, da cúria romana até as simples igrejas. E está utilizando uma arma dos antigos: seu próprio exemplo, despojando-se de mordomias, praticando atos que o identifiquem com o cristão mais simples e demonstrando a todos que o líder supremo da Igreja Católica assumiu a postura de São Francisco de Assis. É a tal envergadura de seu desafio que pediu a todos "rezem por mim", numa alusão de apoio que necessita para implementar as reformas que a Igreja necessita.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­pleto, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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