Pé na faixa ou sinal de vida?
Todos temos razão ao denunciar a falta de atenção dos motoristas nos locais definidos como "Pé na faixa". No entanto, a sinalização (placas laterais e faixa) são insuficientes e nem sempre são visíveis. O condutor tem que estar atento ao grande número de informações no trajeto (placas, pessoas, animais, outros veículos, etc.), além dos veículos de outras cidades que trafegam pelas nossas ruas e não estão familiarizados com os locais e muitos nem sabem o que significa a sinalização. Para nós, que já conhecemos os locais, parar bruscamente na faixa na frente de um deles é correr o risco de colisão traseira (já aconteceram muitas!). Colocar guardas municipais nos locais e multar condutores somente provoca intimidação momentânea e não resolve o problema. No início da implantação do pé na faixa sugeri, neste jornal, que a faixa tivesse outra cor, que fossem colocados pequenos pontos com luz intermitente nas laterais da faixa ou um semáforo piscando continuamente. Dessa forma, qualquer motorista enxergaria de longe essas luzes e mesmo aqueles que não sabem o que é reduziriam a velocidade e perceberiam o transeunte. Sugiro novamente que a CMTU faça um teste com os itens sugeridos e avalie a eficácia ou não. É preciso testar novas soluções para facilitar a vida dos motoristas e transeuntes.
LUIZ BRAVO (empresário) – Londrina

Sujeira no Igapó
Nosso maior cartão postal, o Lago Igapó, precisa realmente de tratamento e estão sendo feitos estudos para isso. Antes de tratá-lo, é preciso tratar a população londrinense que frequenta o lago nos finais de semana. É triste e desolador ver a sujeira e os detritos ali deixados pelos frequentadores. Sacos plásticos, garrafas PET, de bebidas alcoólicas, copos descartáveis, etc. Se não estão jogados na margem, estão boiando no seu leito. Gostaria de saber se esses habituais frequentadores agem dessa maneira em suas residências. Se assim agem em público, imagino como devem agir na privacidade de seus lares. Antes de a prefeitura gastar dinheiro com a revitalização do Igapó, deveria fazer primeiro um trabalho de conscientização junto aos frequentadores para que, depois de limpo e revitalizado, o lago não seja novamente depredado e maltratado como acontece hoje.
MIGUEL POLSKIKH FILHO (eletricitário) – Londrina

Monstro do lago
Como morador do Jardim Presidente, gostaria de cumprimentar a administração municipal pela corajosa decisão técnica e política de determinar o embargo da obra de construção da subestação da Copel, localizada às margens do Lago Igapó 3, cumprindo compromisso assumido perante a comunidade em reunião realizada no último dia 18. Isso demonstra que a gestão participativa não é mera promessa de campanha eleitoral. A questão não diz respeito apenas às pessoas diretamente afetadas pelas obras de implantação da rede de transmissão de alta tensão e construção da subestação – com potenciais riscos à integridade física e à saúde, pois se trata de um atentado ao patrimônio da cidade, representados pelos Igapó 3 e 4 e pelo aterro do lago, locais de recreação e lazer de muitos londrinenses. Talvez no futuro não será mais possível levar as crianças para empinar pipa no aterro num belo e ensolarado domingo devido aos fios de alta tensão. Conclamo a todos nos unirmos a esta causa em defesa do cartão postal da nossa cidade.
ANERON LUIZ DE OLIVEIRA (advogado) – Londrina



Vergonhoso para o Paraná
O Tribunal de Justiça do Paraná devolveu aos ex-governadores Roberto Requião, Jaime Lerner, Orlando Pessuti e Mario Pereira uma aposentadoria mensal - pasmem! - de R$ 25 mil. De nada adiantou a luta do governador Beto Richa que cancelou esta mamata em março de 2011. Além desse valor, Requião recebe também remuneração como senador da República e Pessuti é conselheiro do BNDES e de Itaipu. Enfim, é desmando total. Só resta um dia isso acabar no Supremo Tribunal Federal nas mãos do ilustre ministro Joaquim Barbosa. Vamos torcer.
PAULO CÉSAR FELIPE (advogado) - Paranavaí


Errata
Diferentemente do publicado hoje na matéria "Falta de peritos é entrave para Polícia Científica" (Reportagem), Marcus Vinícius Michelotto não é mais o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná

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