OPINIÃO DO LEITOR
Pé na faixa ou sinal de vida?
Faço eco ao comentário do professor Rubem O. Cauduro (Opinião, 21/7). Fui estagiaria da Escola Prática Educativa de Trânsito de Londrina (DER) e o "sinal de vida" faz parte do conteúdo da Cartilha Educativa do Projeto Aprendendo e Vivendo que parece ser desconhecido por motoristas e pedestres. Moro a três quarteirões do Hospital Universitário, da Apae, de três escolas municipais e um colégio estadual, a rotatória em frente de um supermercado possui faixas de pedestres e a cada vez que saio com meus filhos, o caçula faz o "sinal de vida para atravessar a Avenida Roberto Hock enquanto segura minha mão. Alguns dos motoristas nos olham, mas não param nem reduzem a velocidade. Como argumentar para meu filho que ele está fazendo o correto e que não é respeitado como cidadão, pedestre e criança em processo de formação? Como agir perante os que fazem as coisas certas e os que não pensam nos seus pares como semelhantes?
DÉBORA GRACIELA RADENTI (pedagoga) - Londrina
Instalação de indústria em Maringá
Em visita a Londrina meses atrás, o governador falou que dificilmente Londrina receberia uma grande indústria pela distância do Porto de Paranaguá. Agora, vemos a instalação da Avio em Maringá. Será que haverá algum evento cataclísmico previsto no calendário maia que fará com que Maringá se aproxime do porto paranaense em 2015, data da inauguração da fábrica de aviões? Parem de dar desculpas aos londrinenses. Sabemos que precisam conquistar o eleitorado de Maringá, que o secretário estadual da Indústria e Comercio é da Cidade Canção e também que recentemente Maringá recebeu a sede nacional da Sancor (que não precisa de aeroporto nem de porto). Caro secretário Luiz Carlos Hauly, sabemos que ser secretário da Fazenda não ajuda em nada para uma cidade, ele apenas faz cortes de gastos.
ADAUTO JOSÉ GOUVEIA LOPES (motorista) Londrina
Leis inócuas
A matéria "Leis inconstitucionais não são cumpridas" (Política, 21/7) mostra o desconhecimento e falta de preparo do Legislativo para desempenhar suas funções. Em alguns momentos, os vereadores parecem legislar para satisfazer o próprio ego, em mudar algo ou satisfazer vontades de amigos. Leis que são impraticáveis são a maior prova disso.
MAURICIO BENDIXEN DA SILVA (administrador) - Maringá
Direito a troca
A dinâmica da política poderia equiparar-se ao esporte, aonde um atleta vai mal, troca-se. Por que temos que nos conformar com péssimos políticos, péssimas administrações? Vamos mudar! Seria oportuno uma consulta popular nesse sentido, mudando as regras do pleito eleitoral, modernizando, dando eficiência, colocando pessoas capazes. Todos ganhariam. Como é impossível, compete a quem foi escolhido, fazer jus ao cargo, mesmo que tenha que trocar toda a equipe que não funciona, melhorando a cidade, Estado e o País! Fica o alerta de quem votou mal, sem devolução do voto.
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) - Londrina
Correções
Diferentemente do publicado na matéria "A força dos jovens da Bíblia" (Geral, 21/7), o apóstolo João é o "discípulo amado" e o profeta Jeremias assumiu sua missão na época da invasão de Jerusalém pela Babilônia.
n Ao contrário do informado ontem no caderno FOLHA Lance!, o PSTC venceu em casa sua partida pela Divisão de Acesso do Paraná.
A sequência correta dos integrantes da Arkivus na legenda da reportagem "Em 12 anos, incubadora da UEL gera 24 empresas" (Economia, 22/7) é Jonathan Moser, Gian Carlo Decarli, Julio Braz Damasceno e Marcelo Zanelatto.
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