‘Pacote da saúde’
Na noite do dia 8/7, o Jornal da TV Cultura tratou de discutir o anunciado "pacote da saúde". O professor Marco Antonio Villa então comentou: "Disseram que vão aumentar o número de vagas (de Medicina), mas ninguém falou quanto custa cada aluno desses". No mesmo telejornal, na última terça-feira (16/7), o comentarista Paulo Saldiva (médico e professor titular da USP) disse: "O curso de Medicina é o mais caro que existe". Mesmo dentro do próprio partido ao qual pertencem os ministros Aloizio Mercadante (Educação) e Alexandre Padilha (Saúde) há quem pense diferente daquilo que o governo está ditando (mais escolas de Medicina e mais vagas). Tarso Genro (PT-RS), quando ministro da Educação no primeiro mandato Lula, decretou uma moratória para abertura de novos cursos da área da saúde (Medicina, Enfermagem, Odontologia, Fisioterapia). E Arlindo Chinaglia (PT-SP), quando presidente da Câmara, tentou barrar a proliferação indiscriminada de novos cursos médicos. Já que o governo Dilma terminará em um ano e cinco meses, fica a pergunta: se a MP for aprovada pelo Congresso, quem vai pagar a conta?
ROGÉRIO SANADA DE FREITAS (médico) - Londrina

Pedágios em Ortigueira
Enquanto municípios ricos do nosso Estado têm isenção de um pedágio, Ortigueira o mais pobre e com o menor IDH do Paraná paga 100% de dois há 15 anos. Será que as "autoridades" têm explicação para isso?
OSMAR PALOCO (empresário) - Ortigueira

Reforma política
Mais uma vez querendo passar "rasteira" no povo, o governo vem com a criação do grupo de reforma política no qual o povo poderá dar "sugestões" pela internet. Pior é que se aprovado valerá somente após o ano de 2018. Só besta não percebe que isso será depois de mais quatro anos que o PT "acha’ que vai ficar no poder. Por que não valer agora? O Brasil está na UTI e precisa de medicação urgente! E podem ter certeza, o povo vai opinar e vai ficar "arquivado" no banco de dados até dar uma "pane" no sistema. Daí virão outras desculpas esfarrapadas. Tem que ser já, igual ao que o povo conseguiu com as manifestações, como o arquivamento da PEC 37 e outros benefícios. Se não aprovarem o mais breve, haverá de novos protestos nas ruas pelo Brasil afora. O povo já está ciente de que tem nas mãos a solução para "arrumar a casa".
MARIA REGINA MINTO REYES (assistente administrativo) - Londrina

Poder emana do povo
Uma nova esperança renasce com as manifestações em todo País!Que tal esse movimento servir para dar um novo direcionamento para o Brasil? Já deu algum resultado, a PEC37 foi rejeitada. E o ideológico ministro Gilberto Carvalho (secretaria-geral da Presidência) disse, na questão indígena que o governo federal reconhece as escrituras públicas como legítimas e legais. Já a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi alertada na época em que estivemos em Brasília que o governo estava provocando uma guerra entre índios e brancos. Ela retrucou dizendo que nada poderia fazer. E, de repente, as coisas mudam. Esses protestos que eclodiram em todo o País fizeram com que eles recuassem no modo de agir. Aí está demonstrado que "o poder emana do povo".
DOMINGOS SANKITHI WATANABE (agricultor) - Ubiratã

Hospital para Londrina
A imprensa noticiou que a Unimed pretendia construir um hospital particular em Londrina para atender a seus associados como já acontece em outras cidades. Ocorre, porém, que a operadora de saúde resolveu fazer uma votação entre aos seus médicos que optaram pela não criação desse hospital. É bastante lamentável a decisão desses médicos que deveriam zelar por uma saúde melhor. Pela grande quantidade de contribuintes e pelo valor que contribuímos, merecemos um hospital há muito tempo para que possamos ter um atendimento mais digno. Não é novidade para ninguém que o atendimento hospitalar em Londrina está um caos devido à grande demanda e a falta de mais hospitais. A criação deste hospital que seria a salvação da nossa saúde.
VALDEMIR ALVES DOS SANTOS (servidor público) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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