Lamentável realidade
É deprimente ver a sujeita em que Londrina se encontra. Nem o centro, que é a "nossa sala", a prefeitura cuida. O que mais me entristece é saber que as pessoas não se importam mais e até acham divertido jogar lixo no chão. No último sábado, estive na comemoração do Dia do Rock na Concha Acústica e presenciei um jovem jogando uma latinha de cerveja no chão e depois fazer o gesto "atitude "rock’n’roll" para foto. Comentei com o filho da minha amiga que não visse aquela "atitude" como a verdadeira atitude de um ser humano. Fora os jovens que faziam suas necessidades ao lado do banheiro químico, mas não tinham coragem de usá-los. Não sei se estou ficando velha ou essa juventude rock’n’roll de hoje não evolui, só critica, faz coisas "cool" para expor na rede social e acha que desobediência é a moda da vez. Saudade dos jovens que falavam de amor, de paz, de respeitar o ser humano, a natureza e, realmente, curtir o bom e velho rock.
CARY BERTAZZONI (estudante de Jornalismo) – Londrina

Praça esquecida
No ano passado escrevi a este jornal falando da situação caótica em que se encontrava a Praça 7 de Setembro. Estava na mesma situação da administração passada: uma sujeira. A resposta da prefeitura veio rápida: a Sercomtel iria apadrinhar a praça e rapidamente iria deixá-la em condições. Ledo engano, foi-se a administração passada, veio a nova e nada: a sujeita continua a mesma! Agora, está sendo ocupada por marginais que usam até o tapume de uma lanchonete para forrar o chão, a sujeira das pombas se espalha junto com a grama alta, montes de pedras e areia. Não consigo imaginar como as pessoas que moram por perto conseguem respirar com tanto cheiro de fezes. E vejam que a praça fica no centro de Londrina, que dirá as que ficam longe do centro. Espero que a resposta seja dada não a mim, mas às pessoas que por ali vivem, com a limpeza da praça ou pelo menos com a lavagem. Acorde, administração municipal e diga a que veio?
MILTON SIMÕES (comerciante) – Londrina

‘O melhor amigo do homem’
Não pude conter as lágrimas, ao ler o artigo "O melhor amigo do homem", escrito pelo advogado Fernando Medeiros de Albuquerque (Espaço Aberto, 18/7). É realmente muito triste constatarmos que não há limites para a crueldade do homem. Há pouco tempo li uma frase nas redes sociais (não lembro o nome da pessoa que a escreveu), sobre as barbaridades que nós, humanos cometemos: "O ser humano é uma experiência divina que não deu certo".
FRANCISCA FRANÇA (dona de casa) - Londrina

Contrapartida
Trafegando pelas ruas e avenidas de Londrina, que têm faixa exclusiva para ônibus, observamos que o asfalto se apresenta um caos com desgastes depressões e buracos. Isso não ocorre nas pistas de rolagem para veículos de passeio. A pergunta é: qual a contrapartida das empresas de ônibus com relação à recuperação ou manutenção dessas vias? Por que não se faz essas faixas em piso cimento? Certamente, teria vida útil muito maior. Com a palavra a CMTU e o Ippul.
ALFREDO CARVALHO (administrador) – Londrina

Copel esclarece
Sobre os recentes questionamentos enviados por leitores da Folha de Londrina, a Copel esclarece que suas linhas de transmissão atendem à Lei Federal 11.934, que estabelece os limites de exposição a campos elétricos ou magnéticos, conforme indicados pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiação Não Ionizante e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Tais valores são em geral 50 vezes menores do que os considerados toleráveis pelo organismo humano. Sobre a linha em construção entre o Jardim Igapó e o Jardim Bandeirantes, por solicitação da Prefeitura de Londrina a Copel estuda a viabilidade de um trajeto alternativo para o trecho da obra que passa próximo à PR-445.
ASSESSORIA DE IMPRENSA DA COPEL REGIONAL NORTE

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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