OPINIÃO DO LEITOR
Pé na faixa
A campanha Pé na Faixa não funciona pois não houve educação para a população saber como deveria proceder. O pedestre tem que ser educado em como proceder ao atravessar na faixa e fica a sugestão para a secretária do Idoso, Maria Inês Barroso, que oriente ao "Idoso Agente Voluntário do Trânsito" a necessidade de ser feito um sinal com o braço, de intenção da travessia e esperar os carros pararem antes de atravessar. Outra informação que acredito ser importante é mostrar ao pedestre o ponto de vista do motorista e que não adianta ele sinalizar quando o carro já está próximo, pois mesmo que o motorista não esteja em alta velocidade, pode existir um outro veículo atrás que não viu esse pedestre e ocasionar uma batida entre esses carros. O pedestre não foi atropelado, mas os envolvidos na batida podem se machucar. Portanto, educação para os dois lados, diminuição da velocidade e pedestres educados para um convívio harmônico e sem acidentes de ambas as partes. Alguns vídeos podem ser mostrados aos idosos treinados pela Secretaria do Idoso e para todos os leitores desta coluna (youtu.be/5pJ4HXEHwPE; youtu.be/_CVybDpHXKM e youtu.be/WRnPAcVooxo).
ROSSANA ZILLER (empresária) - Londrina
Centro de Londrina imundo
Faço coro ao comentário do leitor Miguel P. Filho (Opinião, 17/7/). É realmente uma vergonha a situação em que se encontra o centro da cidade. A sujeira toma conta desde o mandato do prefeito Nedson Micheleti, quando foi criada uma comissão especialmente para cuidar do problema e até hoje nada foi resolvido. Sugiro ao prefeito Alexandre Kireeff que priorize medidas indicando alguém com competência para solucionar essa insensibilidade para com os londrinenses o mais rápido possível e de uma vez por todas.
DIMAS SOUZA COSTA (administrador de empresas) - Londrina
Cirurgias ortopédicas
Segundo levantamento da Secretaria de Saúde, existem aproximadamente duas mil pessoas na fila para cirurgias ortopédicas eletivas. O fluxo de acidentados e a pequena quantidade de profissionais da ortopedia levam a essa demora. A grande maioria das cirurgias ortopédicas advém dos acidentes de trânsito, em especial, de usuários de motocicletas. O governo insiste em encher as ruas de carros e motocicletas novas por meio de financiamentos a longo prazo com juros bem atrativos. Como resultado, lucra com a arrecadação de emplacamento, licenciamento dos veículos, pedágio e a arrecadação do seguro obrigatório. É como se cada novo carro ou motocicleta colocada nas ruas fosse uma galinha dos ovos de ouro. O governo arrecada sem se preocupar com a melhoria e ampliação das vias urbanos ou estradas, tampouco com a manutenção. Minha sugestão para o caos da saúde é: sempre que um acidentado der entrada em um hospital, público ou privado, vítima de um acidente de trânsito, a primeira fonte de recurso utilizada deverá ser o seguro obrigatório dos veículos envolvidos. O próprio hospital poderia dar entrada no benefício habilitando-se como beneficiário tendo em vista as despesas dos envolvidos no acidente.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) - Londrina
Cursos de Medicina
Até que enfim o governo federal acertou em algo para a população, a proposta de aumento de seis para oito anos a duração dos cursos de Medicina. Como informou o leitor Claudio Espiga (Opinião, 12/7) também convivi com alunos de Medicina durante anos, e o que vi foi que eles estudam de graça, têm alimentação, estacionamento e outras regalias, além de terem seus escravos os "Trols" (como eles nos chamaram no Orkut e que nunca esqueceremos essas ofensas), durante todo o período de estudo e alguns, depois de formados, vão atender nas clínicas de seus papais ou vão para os Estados Unidos e deixam o SUS na mão.
ADAUTO JOSÉ GOUVEIA LOPES (motorista) Londrina
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