OPINIÃO DO LEITOR
Pichações
Lamentavelmente, Londrina voltou a sofrer com as pichações de muros, paredes de estabelecimentos de ensino, órgãos públicos e residências. As pichações ocorrem, principalmente, nas ruas próximas de colégios (muros do Colégio Universitário, imóveis atrás do Colégio Vicente Rijo, Moringão, Colégio Nossa Senhora de Lourdes e outros). Gostaria de sugerir a entidades de ensino que façam discussões em sala de aula para conscientização de nossos jovens sobre os gastos que as prefeituras e cidadãos têm todos os anos para limpar a sujeira. Se querem marcar presença, serem especiais que façam algo de bom para nossa cidade. Ainda acredito que a educação é a solução.
LUIZ BRAVO (empresário) Londrina
Pacote do governo Dilma
"Onde a Arena vai mal, mais um time no Nacional." Este era o slogan da Confederação Brasileira de Desportos (CBD) no tempo da ditadura. O anúncio do "pacotaço da saúde", na semana passada, mostrou que a presidente Dilma e seus ministros Aloizio Mercadante (Educação) e Alexandre Padilha (Saúde) continuam fiéis seguidores do seu guru, o publicitário João Santana. Copiando aquela frase dos anos 70, criaram um novo bordão, para motivar a equipe: "Quando o governo declina, mais cursos de Medicina!".
ROGÉRIO SANADA DE FREITAS (médico) Londrina
Cadê o exemplo?
A Prefeitura de Londrina está enviando carta aos proprietários de imóveis solicitando o conserto de calçadas conforme as novas normas, caso contrário aplicará multa para os que não cumprirem. Por que a prefeitura não faz o mesmo nos seus terrenos sem calçadas? Moro no Cambezinho, perto do Parque Arthur Thomas, e a calçada do lado desse bairro está um horror. Além de ser muito estreita, está cheia de mato e desníveis. Do outro lado da rua, um grande terreno baldio da prefeitura está cheio de mato e lixo e não há calçada nenhuma. Como podem exigir algo das pessoas se nem eles dão o exemplo? Gostaria de uma explicação lógica.
AMORITA CORRÊA RAPHAEL (atendente) Londrina
Ministros do STF
A indicação e nomeação do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal cabe ao presidente da República, após ser submetido ao crivo do Senado. Ainda que de modo indireto, isto pode, muitas vezes, causar constrangimentos que comprometem a atuação da Suprema Corte, principalmente quando há questões indigestas envolvendo o próprio representante do Poder Executivo ou do Legislativo. Creio ser uma saia-justa para um ministro da maior instância, julgar quem o nomeou ou referendou, porque por mais que se diga que os "poderes são independentes e harmônicos entre si", sabemos que de acordo com as circunstâncias, as coisas nem sempre funcionam assim. Comenta-se, inclusive, que o desfecho do mensalão causou ao nosso ex- presidente muito arrependimento por ter alçado Joaquim Barbosa ao cargo de ministro do STF. Penso que a nomeação deveria ter a participação ativa de representantes da OAB, do Conselho da Magistratura, do Ministério Público, da sociedade civil, sem ingerência política, porque aí sim, haveria total isenção de interesses e o exercício da Justiça fluiria em toda a sua plenitude.
TAEKA IKEDA (advogada) Londrina
Grampo
O governo do PT queria o quê? Acha ruim ser gravado por americanos depois de dar apoio moral, financeiro e logístico à Bolívia, Cuba, Venezuela, Nicarágua, Equador e outros países. Emburrou com o Paraguai porque constitucionalmente depuseram, em 24 horas, o bispo católico com quatro filhos. Amizades com as Farc, Cesare Batisti e ditadores de países africanos, que devem preocupar o governo americano pelo comportamento radical e ofensivo ao cidadão e ao governo dos EUA. Respeito é bom e todo mundo gosta, inclusive os americanos.
ROBERTO ANTONIO DE CARVALHO (microempresário) - Londrina





