Reforma política
Mais uma vez os governantes que nós (povo) elegemos tentam driblar nossas reivindicações. Utilizam agora do artifício da tal "Reforma Política" que, na ótica do povo, não trará beneficio algum à maior parte da população. Por que não promovem a tão esperada reforma tributária, reforma judiciária ou a reforma previdenciária? São tantos fatos de maior importância que podem e devem ter mais atenção do que a reforma política. Será que com essa reforma derrubarão as barreiras partidárias? Hoje se o prefeito não tem ligação com o partido do governador ou com o do presidente, já basta para ele não receber incentivo financeiro algum. No curso de Administração entende-se que uma empresa deva dar o maior lucro possível. Porém esse ensinamento não vale para a administração pública, pois ela deve restituir os impostos cobrados na forma de benfeitorias à população que necessita e, muito, de tratamento médico, escolas, acesso ao ensino superior, segurança que garanta o direito de ir e vir ao cidadão. A verba para tais investimentos o governo possui em caixa, mas não quer investir em prol do povo. Quando decidiram ser país-sede da Copa e das Olimpíadas, investiram e investem sem restrição em estádios e ginásios. Pois é, pessoas que têm ótimos salários e foram eleitas para defender interesses do povo, depois se não sabem, esquecem de suas obrigações como "pessoa política".
CLEBER FABIANO MASUDA MENEGHELLI (administrador de empresas) - Ibiporã

Redução do número de parlamentares
Depois dos projetos PC 37 e "Cura gay", ficou claro que é necessário uma redução drástica no número de parlamentares. Quatro ou cinco por Estado (um por região, no caso do Paraná) já estaria bom demais. Com menos deputados, além de reduzir gastos, a possibilidade de "imbecilidade parlamentar" seria bem menor. Com muitos parlamentares, aumenta o contingente daqueles que não usam a inteligência e competência para se focarem em projetos de real interesse da população e que "ficam inventando moda" .
SWAMI VERONESI (músico) - Santo Antônio da Platina

Mais do mesmo
Espero que, como a PEC 37, também morra no ninho essa proposta esdrúxula, eleitoreira e irresponsável, de custear o passe livre com recursos do pré-sal. Trata-se evidentemente de medida oportunista do presidente do Senado, Renan Calheiros, que sem prévio estudo, "sem fazer conta", como admite o próprio ministro Aloizio Mercadante, propõe a utilização dos recursos do pré-sal - que nem existem ainda e sequer se tem a certeza que, de fato, existirão. Pelo último discurso da presidente 100% desses recursos seriam vertidos para a educação. Transporte público não se equivale a transporte gratuito. Ainda que a proposta pelo passe livre tenha, em seu cerne, uma louvável intenção, mais me parece um delírio utópico do que efetivamente uma sugestão séria de solução de problemas de mobilidade urbana.
JOÃO PAULO ITIMURA YAGUI (advogado) – Londrina

Prefeitura rápida na defesa
Sempre que tenho condições leio a Folha de Londrina. O que eu mais gosto é de ler são as cartas dos leitores. Nesta semana, o senhor Adoniro P. Mathias (4/7) criticou a prefeitura pelos insucessos nas licitações e sugeriu que é melhor copiar do que errar (buscar soluções para os problemas em nossa cidade em outras que já o tiveram e resolveram). O secretário de Gestão Pública, Rogério Carlos Dias, (Opinião, 5/7), fez defesa sobre as críticas, mas não deu importância para a sugestão apresentada pelo leitor. Isso está errado, tem que responder também sobre a sugestão. Aproveito para fazer uma sugestão ao secretário: seja rápido nas licitações igual foi rápido para responder a carta e a nossa cidade não terá problemas com licitações.
VALDECIR GHIOTTO (aposentado) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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