Desafios da gestão Kireeff
O grande desafio do prefeito Alexandre Kireeff e do Guto Bellusci é realizar as mudanças estruturais de um funcionalismo com suas qualidades, vícios (defeitos) e comodismo inerente à condição humana de uma zona de conforto (estabilidade), somado a gestões caóticas e ineficientes da máquina administrativa. Para tanto, se faz mister uma equipe gestora integrada aos anseios da sociedade, com competência, habilidades e atitudes para mudar o "status quo" e criar novos modelos sem solução de continuidade com os interesses/necessidades da comunidade, buscando recursos humanos, estruturais e financeiros de qualidade.
LUCIANO TEIXEIRA ODEBRECHT (advogado) – Londrina

É melhor copiar do que errar!
Com referência às reportagens "Após seis meses, governo de Kireeff é alvo de críticas" e "Não fui eleito para ser salvador da pátria" (Política, 30/6), em função das últimas cinco péssimas administrações de Londrina a maioria dos munícipes veem o prefeito Alexandre Kireeff como salvador da pátria. Isso em função da sua demonstração de coerência e sensibilidade com os problemas da cidade, e também pela implantação da gestão técnica, tão importante para se atingir os objetivos previstos. Entretanto, não podemos aceitar que em seis meses pouco de prático ocorreu em nossa cidade, O mais condenável é que não termos tido nenhuma licitação com sucesso. Prefeito, é muito melhor copiar do que errar, ou seja, porque não buscar soluções dos nossos problemas em outras cidades?
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Nossa democracia
Dias atrás vi num programa de televisão alguns políticos se vangloriando de terem participado da luta pela democracia brasileira. Que ótimo! Mas, cadê a bendita democracia? Quem pode me dizer? Ninguém! Pois no nosso país não há democracia. Aqui o governo não é do povo, não é para o povo e muito menos pelo povo. Aqui o governo é dos "cumpanheiro" e de mais alguns grupos de sanguessugas, tudo na base do toma-lá-dá-cá. Temos na verdade uma oligarquia anarquista que domina a política brasileira. Jogam o jogo do interesse, o do "quem pode mais chora menos". Simplesmente usam os partidos políticos como trampolim para chegarem ao poder. Para eles, o importante é ganhar. Se necessário for, vendem até a própria mãe. Esses são os homens que lutaram para transformar nosso país em uma democracia. Não é para rir ou chorar?
OSVALDO CARDOSO GASPAR (professor de História) - São Sebastião da Amoreira

A presidente é surda?
Menosprezando a nossa inteligência, a presidente Dilma fugiu da sua responsabilidade de apresentar soluções concretas e objetivas para os problemas colocados pelos brasileiros nas ruas e se apegou à tal "reforma política", favorecendo o seu partido, PT, com uma eventual aprovação do financiamento de campanhas. Com recursos exclusivamente públicos, ou seja, com o nosso dinheiro. Pela última pesquisa, a presidente ainda tem 30% de aprovação. Ela e seus companheiros, nesses dez anos de ocupação do poder mereciam a nota zero. A compra de votos por meio da concessão de "bolsas" e a barganha política que ocorre no Congresso Nacional, como se o Brasil fosse um "boteco de negócios" , são os procedimentos básicos do PT para se perpetuar no poder. A população mais cedo ou mais tarde haverá de perceber essa manobra espúria que impede a alternância no poder, requisito fundamental para uma limpeza na sujeira pública que se acumula ao longo dos anos. Oportuno é gritar, como se na rua estivéssemos, que Dilma não existe politicamente e é uma invenção do senhor Lula.
ROBERTO DELALIBERA (bacharel em Direito) - Londrina

Mundo novo
Quem ainda não sonhou com um mundo novo com liberdade, igualdade, justiça, amor, paz fraternidade, etc? Aliás, o que é um mundo novo? É a reforma tributária ou são os valores de nossa gente? Será que esse tal de mundo novo venha ser uma utopia e está somente na cabeça de milhares de sonhadores? Talvez, o mundo novo possa estar no sentido da vida de cada cidadão. Talvez, possa estar no olhar inocência de uma criança. Para que existir um mundo novo se já não consigo mais gritar os clamores de nossos jovens que nas ruas fazem o chão tremerem pela justiça? Será que o mundo novo são eles? Ou será que são eles que lutam por um mundo novo?
MARINALVA NUNES BATISTA (jornalista) – Ubiratã

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