Bandidos infiltrados
Inicialmente achei que os movimentos eram democráticos, mas ao longo das manifestações percebi que bandidos camuflados de manifestantes detonam, sem limitações, lojas, caixas eletrônicos e patrimônios públicos. Parede piada, mas bandidos fazem protestos contra os bandidos na política brasileira. O que ninguém se deu conta ainda, é das consequências dessas manifestações com vandalismo. Como toda ação, terá uma reação. O prejuízo sairá das altas alíquotas de impostos, dos empréstimos compulsórios, o impacto na economia aumentará a inflação, o caos está se instalando. Todas as políticas de controle de Estado cairão sobre o brasileiro, que não está na rua quebrando vidros, nem carros em concessionários, mas sim trabalhando. O que faz o governo que não soltou o Exército ainda para eliminar os baderneiros? Meu avô diria, que o regime militar estaria prestes a se instalar, ele que não votou na Dilma. Penso o contrário, o Brasil está em um verdadeiro processo de retrocesso da evolução e caminhando do desenvolvimento para a pobreza. Implantou-se uma verdadeira guerra civil.
TATIANA GONÇALVES ANDRÉ (advogada) - Londrina

Cadê as entidades?
É lamentável ver nossos jovens nas ruas protestando contra o aumento da passagens de ônibus e tantas outras mudanças, que já deveriam fazer parte da política brasileira. O que mais assusta é vê-los sós, não estão sendo levados em consideração por entidades representativas deste País, tais como igrejas, OAB, maçonaria e sindicatos. Essas entidades deveriam empunhar bandeiras e irem para as ruas com eles, pois como órgãos representativos são também responsáveis pelos problemas que afetam esse país: o alto custo de vida, a má divisão de capitais e terras, o tráfico de drogas, a má gestão pública da saúde, da educação e do transporte. Nossos jovens não podem sair às ruas em protestos sem o amparo de entidades representativas que estão sentadas em cima do muro esperando para onde caminha a multidão.
LUIZ FURTADO (comerciante) – Londrina

Novo hospital
Nada contra o Hospital da PUC, mas causa-nos surpresa e desalento tal notícia, visto atendermos em nossos ambulatórios 150 mil pessoas/ano de 58 municípios do Paraná e estarmos com as obras de construção da Nova Clínica Odontológica e da Bebê Clínica no Campus da UEL paralisadas por falta de verbas. Nossos representantes em níveis municipal, estadual e federal estão informados e insistem em ignorar as condições precárias e extremamente perigosas de nossas atuais instalações. Informamos também que possuímos todos os projetos necessários para o término da obra e alertarmos aos senhores que saúde começa pela boca.
JOSÉ ROBERTO PINTO (diretor da Clínica Odontológica Universitária da Universidade Estadual de Londrina) Londrina

Índios: massa de manobra
Discordo do leitor Ancilon de Sá Neto (Opinião, 14/6) sobre as invasões de terras por índios. Participei dos manifestos em Guaíra e gostaria de ampliar a discussão sobre o assunto. Sabemos que não são os índios que estão provocando essas invasões e, em nenhum momento, os produtores querem acabar com os índios . Esta situação vem ocorrendo com o patrocínio da Funai , ONGs internacionais e outras entidades do mundo todo. Após muito trabalho e sacrifício dos produtores do Brasil todo, incluindo os do Norte do Paraná (pés-vermelhos ), nosso País se tornou o maior produtor de alimentos do mundo. E isso vem incomodando o mundo econômico e que quer manter o Brasil como o país do futuro. Precisamos, com urgência, combater os desmandos, a roubalheira, as mentiras praticados pelos políticos contra a população, também a violência que assusta cada dia mais a nós todos. A luta dos produtores é contra a Funai , governo federal e ONGs pelo direito à propriedade, à ordem jurídica e o cumprimento da Constituição. O governo federal está usando os índios como massa de manobra pois quer esconder do mundo os problemas da Petrobras, dos gastos com a Copa do Mundo, a violência de menores, a PEC 37, a prisão dos mensaleiros e outros absurdos.
EDMILSON JOSÉ ZABOTT (agricultor) - Palotina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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