Revolta
Que essas manifestações sejam um recado aos nossos governantes. O povo está cansado de tanta roubalheira e impunidade. Instalou-se no poder uma quadrilha que se julga dona de tudo e de todos, com a anuência de uma oposição fraca e de baixo custo. Esses protestos não são direcionados somente a esse poder maior, como sugerem alguns oposicionistas de fachada. É contra toda uma classe política desprovida de dignidade, de valores morais, de escrúpulos e de outras tantas qualidades que lhes são próprias que o povo está se voltando. E olhe que o brasileiro é um povo manso, que só briga no trânsito e em saída de estádio de futebol. Mas tudo tem limite..
PEDRO LUIZ MORENO (administrador) - Londrina

Protesto ordeiro
Parabéns aos jovens londrinenses pela manifestação e pela paz no protesto da última segunda-feira. Sou contra o vandalismo e a violência. O mensalão virou pizza crua! Os corruptos que tenham mais respeito pela pátria e amor ao próximo. Pagamos impostos? Claro, muitos impostos! Esse dinheiro está nas mordomias. Vamos acabar com essa vergonha.
OLGA MARIA MARQUÊS (aposentada) – Londrina

CPI do Pedágio
Enquanto o presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni, pega o microfone com uma mão e alerta sobre as manifestações nas ruas - "é um aviso para os políticos...uma acúmulo de reivindicações da população que não aceita mais o sistema político" -, com a outra mão sorrateira e ardilosamente enterra a CPI do Pedágio. Essa distorção abominável criada em nosso Estado não resistiria a um plebiscito. É justamente essa hipocrisia um dos elementos mais condenáveis nos políticos, inclua-se aí nosso secretário estadual do Meio Ambiente,que retirou sua assinatura inescrupulosamente, certamente, contra a vontade de seus eleitores, em favor de seu projeto pessoal.
MARCELO DE SOUZA SILVA (analista de sistemas) - Ibiporã

Desinformação
O leitor Habib Saguiah Neto (Opinião, 15/6) pergunta "o que tem de mais em médicos cubanos trabalharem no Brasil"? Respondo: porque os resultados do projeto-piloto criado pelos ministérios da Saúde e da Educação para validar diplomas de médicos formados no exterior demonstraram que dos 628 profissionais que se inscreveram para os exames de proficiência e habilitação, 626 foram reprovados e apenas 2 conseguiram autorização para clinicar, a grande maioria formados em faculdades argentinas, bolivianas e, principalmente, cubanas; por que, nas faculdades cubanas, a Escola Latino-Americana de Medicina (Elam) de Havana, estatal como todas as demais, seus alunos são escolhidos não por mérito, mas por afinidade ideológica. porque dos 298 brasileiros que se formaram na Elam, entre 2005 e 2009, só 25 (menos de 10%) conseguiram reconhecer o diploma no Brasil e regularizar sua situação profissional. Por isso, o PT, o PC do B e o MST passaram a pressionar o governo para facilitar o reconhecimento de diplomas cubanos sem precisar passar por exames, o que foi vetado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Médica Brasileira. Nossos médicos não viram as costas, mas, como disse o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), cansaram de calotes de prefeito mal administrador, de precariedades, falta de condições mínimas para o exercício da medicina.
JOMAR CORDEIRO DA SILVA (advogado) – Rolândia

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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