Centro pede socorro
O centro de Londrina era o máximo e todos queriam vir aqui para para passear. Tínhamos as lojas mais bonitas do Sul do Brasil, cinema, parque, hotéis, lojas de automóveis e de tratores, escolas, faculdade, muito dinheiro e muita gente bonita. Aí vieram os shopping centers e retiraram do centro a beleza de passear ao ar livre, de sentar e comer pipoca, olhar as vitrines das lojas, andar pela Avenida Paraná de ponta a ponta sem cansar. Hoje quem tomou conta do centro são os pombos, as rolinhas e as amargosinhas que, dia e noite, sujam as calçadas e monumentos humilhando os nossos pioneiros, a igreja, o comércio e toda a população. E o pior: suas fezes trazem doença. Temos os melhores juízes, ambientalistas, agrônomos, veterinários e nada fazem para retirar esses intrusos que se apoderaram do nosso centro. Vamos rezar para que um filho desta terra de bom coração faça como os pioneiros ingleses decididos, desbravadores e colonizadores e restabeleça a beleza central.
OSMAR CARVALHO (contador) – Londrina

Aeroporto de Londrina
Tentei embarcar no aeroporto de Londrina, recentemente, e soube que ele não tem um sistema que permita pousos e decolagens em tempo chuvoso ou com neblina. No caso em questão, por causa de pouca neblina o aeroporto ficou fechado e diversos passageiros não puderam embarcar. A Infraero joga a culpa no governo. Por isso, gostaria de saber de quem é a culpa e o que ocorre realmente. A Anac sabe disso? Acho intrigante que em plena época da Copa das Confederações um aeroporto importante do Paraná que atende até a região de Maringá (já que a TAM não opera no aeroporto maringaense) ainda não tenha o ILS. A Infraero deveria devolver a taxa cobrada devido ao péssimo serviço. Agora, com a chegada do inverno, o problema pode se tornar frequente.
MARCIO ROGÉRIO DE SOUZA (empresário) – Mandaguari

Médicos importados
O artigo "Médicos importados sem selo de qualidade" (Espaço Aberto, 11/6), do estudante Jean Gabriel Vieira Coutinho, escancara a famosa máxima brasileira: "Não sou racista, mas...". Não, Jean não é racista, pois está falando de categorias profissionais. Mas que médico formado no exterior não tem selo de qualidade, ah isso não tem! A crer no relato do futuro profissional de saúde, sequer são capazes de receitar medicamentos os médicos gringos! As estratégias argumentativas de todas as classes profissionais são sempre as mais astutas para defender seu quinhão de poder, como bem lembrou o autor no início do seu artigo. Mas ao invés de cobrar mais legitimidade da sociedade e do governo para exercer seu "faro clínico" com autonomia, acusa o governo de tomar medidas eleitoreiras, enquanto ele mesmo vê o atendimento médico às populações dos rincões do Brasil como uma simples conversa com receita de vitaminas.
DANIEL GUERRINI (professor) – Londrina

Rumo à Série C
Que bom reviver os bons tempos do futebol em nossa cidade. Efetivamente, podemos afirmar que o "Tubarão voltou"! Após a excelente participação no Campeonato Paranaense, iniciamos muito bem no Brasileiro da Série D derrotando o J. Malucelli por 2 a 1. Demos o primeiro passo para uma caminhada muito difícil, que é a Série C. Londrina, que já disputou a semifinal do Campeonato Nacional (Série A) em 1977/78 e foi o primeiro campeão da Taça de Prata em 1980 (Série B), deve marchar firme em busca do seu devido lugar no cenário futebolístico brasileiro, que é o retorno à Série A. Vamos juntos imprensa, torcedores, empresários, poder público, diretoria e o atuante gestor Sérgio Malucelli. Avante LEC!
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Correção
Diferentemente do que foi informado na matéria "UTFPR abre vagas para Engenharia Mecânica" (Cidades, 12/6), foram formadas turmas em Tecnologia em Alimentos e em Engenharia Ambiental.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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