Investir é preciso
O cultivo de milho no inverno nos legou uma condição, no mínimo, sem precedentes. O produtor rural fez sua parte com boas produtividades, aumentou a produção do cereal, mas não tem estrutura para armazená-lo. A produção de inverno pode superar em 12% à de verão. As duas colheitas produzem um volume 45% maior que o consumo doméstico. Cerca de 25 milhões de toneladas que "sobram" não serão exportadas (sem espaço de mercado), logo, terão que ir para armazéns. Aproximadamente 35% da colheita de época não têm abrigo. O Paraná precisa ampliar a capacidade de armazenamento em 30%. Os armazéns são básicos, "caseiros" e imprescindíveis. Com o lançamento do Plano Safra 2013/2014, o governo federal foca no tema e também no médio produtor (renda bruta anual agropecuária de até R$ 800 mil). Nesse contexto, os agentes financeiros têm um papel fundamental destinando de forma rápida e segura os recursos necessários. Pelo novo Plano Safra os prazos podem chegar até 15 anos, com taxas médias anuais de 5,5% ao ano. Em nosso município já temos projetos encaminhados ao Banco do Brasil e outros em via de execução para financiamentos de armazéns/silos voltados ao médio produtor. O crescimento da produção nacional lança enormes desafios ligados à eficiência dos portos, infraestrutura e logística,
fatores considerados problemáticos no País. Investir é preciso, sustentar-se no campo também é.
JOELSON LUIZ MARQUES (engenheiro agrônomo) – Sertanópolis

Sacos para reciclagem
Vi numa reportagem que outro problema na reciclagem em Londrina é a falta de sacos de plástico. Acho mesmo que esses sacos são muito finos e rasgam facilmente. O ideal é o saco de nylon trançado, daqueles utilizados na farinha de
trigo. Podem, inclusive, ser lavados e são muito resistentes. Os sacos poderiam ser timbrados e controlados por região ou por setores de descarte para evitar contaminação .
DAILTON MARTINS (comerciante) - Londrina

Com sinal, sem sinal
Parabenizo a leitora Maria Regina Minto Reyes (Opinião, 9/6) pela afirmação de que, agora, vai esperar o sinal verde para o pedestre para só então atravessar a rua. Pelas leis do transito, é assim que se deve agir. "Pé na faixa" é para funcionar apenas onde não existir o semáforo. Infelizmente, o que mais vemos nas ruas do centro de Londrina, todas semaforizadas, são os pedestres atravessando com a sinalização indicando que o fluxo está aberto para os carros. E me olhando como se eu fosse um ET, porque sempre espero o "bonequinho" verde aparecer.
NINA CARDOSO (psicóloga) – Londrina

Viagens de Jesus
Com relação ao questionamento do leitor Henrique Cordobe (Opinião, 7/6), a Bíblia nada fala da vida de Jesus dos seus 13 aos 30 anos. Foi nesse longo período de 17 anos que ele viajou, não só para Roma, mas para todos os países ao longo do Mediterrâneo e nas proximidades. Portanto, esse relato não poderia estar na Bíblia. Não só isso foi omitido no Novo Testamento, mas muitas coisas mais da vida do mestre, inclusive valiosos ensinamentos.
WALMOR MACARINI (jornalista) – Londrina

Correção
Diferentemente do que foi publicado na reportagem "Acidente provoca duas mortes no Norte" (Geral, 10/6), o motociclista Miguel José Gonçalves é quem guiava uma Honda XLX 350 e quem tentou a ultrapassagem sobre a Saveiro. Gilson Adriano Bueno conduzia uma Suzuki Yes 125, que acabou sendo atingida depois da primeira colisão. Bueno era morador de Londrina.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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