Megalomania dos índios
Segundo os últimos levantamentos do IBGE, os índios detêm como reserva 107 milhões de hectares (ha), ou seja, 12,5% do território nacional, para 897 mil indivíduos. Somente 64% deles residem na área rural (574 mil), o restante (36%) está na área urbana (323 mil). O Brasil tem um extensão territorial de 850 milhões de ha, dos quais aproximadamente 350 milhões (43%) são terras agricultáveis. Nossa safra está plantada sobre 53 milhões de ha (6%), onde produzimos 184 milhões de toneladas para alimentar o país e exportar o excedente. Diante desses números, não há contestação: há alguém exagerando em querer o que é dos outros de direito, gerando conflitos pelo Brasil todo. Tudo deve ter bom-senso e o governo chegou a esse consenso com os índios. Há também que se preocupar com os sem-terra, que usam a mesma estratégia de conseguir terra produtiva e torná-la improdutiva. Podemos compará-los ao crescimento do "rabo de cavalo", sempre para trás.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) – Itambaracá

Beija-flores
Como é bom saber que a Folha de Londrina é consciente em questões ambientais. Isso pôde ser confirmado na edição Folha Ambiente e Sustentabilidade (5/6). Sempre leio com bastante curiosidade, pois sei que sempre há notícias atualizadas, com informações interessantes e importantes para todos. Na reportagem sobre beija-flores, fiquei maravilhada com a atitude de José Francisco Haydu. Assim como ele, "cuido" de beija-flores no meu quintal, onde tenho um bebedouro e flores naturais bem atrativas. Infelizmente, não tenho uma câmera igual à do Haydu para registrar em fotos, mas fico feliz em saber que existe mais pessoas que apreciam a fauna e flora e sabem preservar, conservar e melhorar o meio ambiente. Afinal, fazemos parte dela e precisamos viver como se nunca esquecesse isso.
LIANE LIE TODA (tecnóloga em meio ambiente) - Assaí

Jesus em Roma
No artigo "Responsabilidades da riqueza" (Espaço Aberto, 25/4), o jornalista Walmor Macarini cita um diálogo em Roma entre Jesus Cristo e um dos apóstolos sobre o tema acima. Com todo respeito ao autor, pelo que sei Jesus nunca esteve em Roma. Gostaria de saber em qual livro da Bíblia consta tal passagem. Aproveito a oportunidade para congratular o leitor Ludinei Picelli por sua sugestão da obrigatoriedade de prestação do serviço militar a partir dos 16 anos para amenizar o grave problema dos menores infratores.
HENRIQUE GARCIA CORDOBE (aposentado) – Paranavaí

Superlotação em presídios
No Editorial "Superlotação carcerária" (Opinião, 29/5), chamou-me atenção a ideia de criação de defensorias públicas. Apesar de ser uma solução paliativa, como diz no texto, um mutirão para analisar os casos dos reclusos que cumpriram suas penas é ao menos um começo. Se aqueles que cumpriam suas penas fossem liberados amenizaria um pouco a situação. O Brasil é um dos países com maior número de presos, mas não tem penitenciárias com estrutura suficiente para todos. Eles não perderam seus direitos humanos só porque estão ali. Precisam de espaço e condições higiênicas. A solução é o governo investir na construção de novos presídios.
EMILY MAZINI (estudante) – Ubiratã

Sonegômetro
Que cômico: o pessoal que deveria correr atrás dos sonegadores e acabar com essa praga faz um site (para se opor ao Impostômetro) e dá um tiro no pé. Ao mostrar o quanto se sonega, assinam atestado de incompetência em combater a sonegação!
EMERSON COSTA LEMES (contador) - Londrina

O que é mais importante?
Sediar a Copa do Mundo ou salvar milhares de pessoas? O governo federal entendeu que é a Copa. Com isso, bilhões foram investidos na construção de estádios e infraestrutura das cidades que sediarão o Mundial, além dos desvios que ocorreram. Tivéssemos esses bilhões investidos na saúde, na segurança e na manutenção das rodovias, com certeza, milhares de pessoas deixariam de morrer. Entretanto, o governo federal com o objetivo de ter o seu nome marcado na história, preferiu sediar a Copa ao invés de salvar vidas. Isso é Brasil.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

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