OPINIÃO DO LEITOR
Impasse no comércio
Está coberto de razão o leitor Moisés dos Santos (Opinião, 4/6). Realmente está faltando ação e menos politicagem, como ele escreveu, lembrando o desabafo do presidente da Havan ao dizer que Londrina parece uma cidade de 10 mil habitantes, sempre presa às normas pré-históricas de leis trabalhistas que não permitem nenhuma mudança, mesmo que seja para aumentar números de empregos e renda familiar. O comércio não pode abrir dia tal, depois da hora tal, sábados até as 13 horas, feriados nem pensar e tantas outras exigências absurdas, como se todo comerciário estivesse nadando em dinheiro e os comerciantes nadando em lucros. Na nossa profissão, corretor de imóveis, trabalhamos todos os dias, às vezes até tarde da noite, domingos, feriados, natal, final de ano, sem direito a férias, salários, carteira assinada, horas extras, vale transporte, vale refeição, 13º salário, FGTS, aposentadoria e, no caso das corretoras, sem licença maternidade, etc. E nem por isso deixamos nossa profissão, que é digna e sustentável. Ou vamos contra as tentativas de mudanças ou inovações de empreendedores, tão necessárias que só iriam beneficiar a cidade, trazendo renda, empregos e grandes e bons negócios, inclusive imobiliários? Veja o caso da Lei da Muralha contra o Angeloni, as proibições contra a Havan de abrir no feriado e o quanto sofreram as lojas Riachuelo tentando trabalhar fora dos padrões arcaicos dos sindicatos e tantos outros exemplos. Acorda Londrina, acordem sindicatos, vamos pensar positivamente e em progresso. Trabalhar é bom, é salutar e é um presente de Deus.
ANTONIO SERGIO SENISE (gerente de vendas) Londrina
Parquímetros
Na qualidade de munícipe, pagador de impostos, gerador de empregos e pioneiro desta cidade, solicito ao departamento competente da Prefeitura de Londrina respostas às perguntas: Quem paga pelas compras dos parquímetros (a prefeitura ou a Epesmel)? Qual o motivo da substituição dos velhos parquímetros sendo que, todos sabem, eram novos e funcionavam perfeitamente? Qual foi o valor pago pelos novos parquímetros e sua instalação? Espero que o prefeito, no qual confio e sou seu eleitor, autorizará as respostas necessárias.
ANTONIO FIORINI MASSARO (autônomo) - Londrina
Deus é brasileiro, será?
Dizem que "Deus é brasileiro", mas será que nos atuais dias ele gostaria de ser agraciado com tal "título"? Ser Deus em um país no qual as suas lideranças religiosas (seja qual ela for, só para esclarecimento sou cristão católico) conclamam seus "fiéis" (?) a participarem de movimentos a favor da vida, da família e da verdadeira igualdade social, e a maioria de nós não tem vontade nenhuma de sair de nossos lares, pois lá não "vai rolar nenhuma festa". Mas a população brasileira vai com toda a família (pais, filhos, avós, papagaio, cão, etc.) a eventos iguais ao realizado na cidade de São Paulo no último domingo, pois temos que ser solidários a esses excluídos pela sociedade. Evento que teve cobertura fantástica" pela televisão "oficial" do nosso País. É meu Deus, acho melhor o senhor pedir o seu passaporte e mudar para outro país, pois este aqui já era.
ROGEMAR MONTEIRO (servidor público) - Londrina
Felipão e o Palmeiras
É de dar pena o que vem acontecendo com o Palmeiras, uma equipe de tantas tradições de Ademir da Guia e companhia. O Palmeiras é a equipe que mais deve no Brasil em torno de R$ 287 milhões. E o técnico Felipão ajudou a aumentar esse débito absurdo com salários altíssimos, além de ter derrubado a equipe para a Série B do Brasileiro. E com essa equipe medíocre não sobe para a Série A. Também mudaram até o mascote do Palmeiras de Periquito para Porco, é o fim mesmo. Sou santista dos bons tempos em que o futebol era arte, hoje tudo virou comércio. E o Felipão continua ganhando muito com seu amigo Murtosa na Seleção Brasileira, que está em vigésimo lugar no ranking da Fifa, uma vergonha!
PAULO CESAR FELIPE (advogado) Paranavaí
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