OPINIÃO DO LEITOR
Alfândega pastoral
Em pronunciamento no início da semana o papa Francisco se refere a uma mãe solteira que, depois de defender a vida da criança em toda a gravidez, tem diversas dificuldades para batizar o filho. Cita que Jesus instituiu sete sacramentos e nós instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé. Aproveito esse posicionamento de amor de nosso querido papa para relatar uma experiência que vivemos em uma igreja de Londres. No momento da comunhão, todos vão para a mesma fila. Os que irão receber somente a comunhão espiritual, ao se aproximar do sacerdote, cruzam as mãos em forma de xis no peito. O sacerdote levanta a mão direita sobre a cabeça do fiel e faz uma breve bênção que significa a comunhão espiritual. É um ato muito bonito de toda a comunidade e de não exclusão. Da forma como ocorre hoje, temos a impressão que se forma a fila dos "justos" e daí poderia ser incluída na alfândega pastoral. Não devemos esquecer que o médico dos médicos veio primeiro para os doentes e nós continuamos não entendendo bem essa proposta. Que bem estão nos fazendo os pronunciamentos do papa Francisco sempre obediente à Igreja, porém colocando muito recheio de caridade. Obrigado papa Francisco.
ORLANDO ANDREO (aposentado) Londrina
Lula no NYT
Concordo com o leitor Luiz Piotto (24/5): tive a mesma sensação de estupefação diante do fato de o New York Times ter como colunista o ex-presidente Lula. Talvez, aquele cavalheiro semianalfabeto em português e assumidamente preguiçoso para qualquer leitura (em português), seja um expert na língua inglesa e ninguém entre nós jamais soube. Um homem que, como presidente, se admira ao encontrar uma "cidade grande" no continente africano, só pode mesmo ter alguma coisa a dizer se for em inglês, porque na língua pátria ele só aprendeu a dizer que "não sabe de nada" (aliás, essa doença do "não sei" anda afetando também aquele outro "cara" lá do Norte, o Obama). Entretanto, consta que o NYT tem entre seus colunistas também o ditador King Jong 2º. Se isso for verdade, então o "seu" Luiz Inácio estará perfeitamente em casa.
NILO DO CARMO MARTINS (empresário) - Siqueira Campos
Propaganda enganosa
Atenção senhores promotores da Justiça: colocar a vida de uma pessoa doente em risco de morte não é crime? Se for, então, prestem atenção nos finais das propagandas de remédios, na TV, quando a lei exige que se diga a seguinte advertência: "Este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue". Sugiro aos consumidores que não comprem esses medicamentos, pois seus fabricantes só estão pensando na grana que vão faturar e se lixando com a vida alheia.
ALICIO MASSAN (engenheiro agrônomo) Santa Mariana
Sercomtel esclarece
Em atenção ao leitor Ângelo Cesar Meneghetti (Opinião, 31/5), a Sercomtel esclarece que aguarda a regulamentação, pela Prefeitura de Londrina, da Lei Municipal nº 11.640, que autoriza a distribuição de ações preferenciais para os detentores de direito acionário. Após a regulamentação, começará a contar o prazo de 60 dias para que a operadora inicie a distribuição das ações. Na oportunidade, a Sercomtel fará ampla divulgação a todos os interessados. Sobre a linha em nome do senhor Meneghetti, a Sercomtel esclarece que a suspensão foi pedida no dia 28 de janeiro. Por 120 dias, a suspensão é gratuita. Na conta telefônica com vencimento em 15 de fevereiro, veio a cobrança integral, no valor de R$ 101,76 referente aos serviços utilizados no ciclo de faturamento de 25 de dezembro a 24 de janeiro. Na conta de 15 de março, foi cobrado o valor proporcional de R$ 12,23, referente aos serviços utilizados de 25 a 28 de janeiro. A mensalidade do telefone suspenso, no valor de R$ 23,86, passará a ser cobrada a partir de junho.
CHRISTIAN PERILLIER SCHNEIDER ( presidente da Sercomtel) Londrina





