OPINIÃO DO LEITOR
Professores não são psicólogos
Que a educação caminha a passos de tartaruga não é novidade para ninguém, que temos um método de ensinar arcaico onde não é possível prender a atenção do aluno, também não é novidade. Essa dificuldade em fazer o aluno se concentrar, faz com que os professores gastem muito mais energia, tentando transmitir o conteúdo programado. Com essas dificuldades e com muitas outras que surgem no dia a dia de uma escola, o educador ainda tem que desempenhar o papel de psicólogo. Querendo ou não, ele é envolvido com os problemas trazidos pelos alunos e, muitas vezes, acaba literalmente invertendo funções e desempenhado um trabalho para o qual não foi preparado. As escolas precisam de mais apoio e os professores/educadores, de mais atenção. O profissional da Psicologia se faz necessário não apenas para o aluno, ele é imprescindível também para professores, que estão cada vez mais trabalhando no seu limite, ficando abalados emocionalmente e até doentes. É urgente a necessidade da presença de profissionais da Psicologia nas escolas de ensino básico.
NILVA MEDEIROS KATAOKA (servidora pública) Londrina
A verdadeira e honrosa solução
A situação recentemente encontrada na Justiça do Paraná (TJ-PR) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), além de denúncias gravíssimas de desvios de conduta de quem deveria zelar pela honra da instituição, não se restringe apenas e, tão-somente, em motivo de vergonha à toda sociedade e aos servidores do Judiciário do Paraná, mas sim de necessidade urgente de apuração rigorosa dos fatos e respostas convincentes. Como disse o próprio corregedor nacional do CNJ, Francisco Falcão, "a sociedade não admite mais a corrupção". É dever de todo servidor e administrador público, sobretudo aos investidos na função de julgar, dar as necessárias respostas e prestar contas à sociedade, pois vivemos numa democracia como afirmou o próprio ministro Falcão. Acredito que o princípio da solução dos problemas da Justiça do Paraná, além das já citadas, depende primeiramente, da mudança de postura de seus administradores. Doravante, espero sinceramente, que os atuais membros da administração do TJ-PR, sobretudo a presidência, no mínimo reflitam a respeito dos fatos noticiados. Acredito na solução e espero que o TJ promova o diálogo franco e aberto com a sociedade e abra as portas aos servidores do Judiciário paranaense, sobretudo para aqueles que atuam de forma justa, honesta, honrada e competente.
EDSON ROGÉRIO DA SILVA (servidor da Justiça) Bandeirantes
Maioridade em xeque
Cada vez que me deparo com uma solução óbvia lembro do "ovo de Colombo". O leitor Ricardo Luiz Xavier Andrade (Opinião, 19/5) o colocou em pé. Se houvesse vontade política, certamente a sugestão do lúcido vigilante poria fim ao impasse sobre a redução ou não da maioridade penal.
PEDRO MORETTO (gestor imobiliário) Londrina
Ato de Amor
Achei louvável a atitude desse comerciante de Londrina que pegou uma cadelinha atropelada, dando os primeiros socorros, como relatou neste espaço o leitor Ronaldo Cosate (Opinião, 16/5). São poucas as pessoas de bom coração que praticam atos dessa natureza e pode ter certeza que Deus irá recompensar esse senhor. Amo demais os animais, pois são nossos melhores amigos. Por isso, não poderia deixar de parabenizar esse ato de tão grande amor!
TEREZA CRISTINA GÓBIS AUGUSTO (professora) - Cambará
Correção
Diferentemente do publicado na matéria "Música por um mundo melhor" (Cidades, 16/5), o EIJM tem como tema "Change: faça a diferença".
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