OPINIÃO DO LEITOR
Saúde em risco
A Copel anunciou a instalação de uma subestação no Jardim Maringá, com um investimento significativo para reforçar a rede elétrica da região. Para a implantação da subestação e como compensação ao meio ambiente, houve o plantio de mudas de árvores conforme informação retirada do site da empresa de energia. Ocorre que com a implantação da subestação do Jardim Maringá, ao que parece, será colocado próximo à área residencial, de lazer da população (Lago Igapó 2 e 3), escola e, provavelmente, um hospital os denominados superpostes que carregam em suas linhas a transmissão de alta tensão. Os cientistas há muito tempo procuram uma relação entre os campos magnéticos gerados por essas linhas de alta tensão e doenças em seres humanos. Alguns estudos apontam essa relação. A doença mais suspeita é a leucemia infantil. Diante dessa possibilidade de danos iminentes aos seres humanos, é certo que não se pode colocar em risco a saúde da população e, em especial, das crianças que poderão ter contato permanente com essas ondas magnéticas e, futuramente, desenvolver algum tipo de doença grave. Portanto, seria prudente que a empresa e as autoridades competentes (governo do Estado) deslocassem a instalação desses superpostes para a PR-445, por medida de segurança e proteção à saúde da população.
SERGIO EDUARDO CANELLA (advogado) - Londrina
Solução para o lixo
Conforme foi noticiado na FOLHA, parece que uma solução para o lixo sólido foi encontrada: fazer blocos para construção com uma cola especial. Acredito que toda ideia para se resolver o problema do lixo na cidade é de vital importância. No entanto, é preciso saber se esse lixo será tratado antes de ser incorporado a construções, pois esse mesmo bloco de construção pode ser um causador de infestação de moléstias. Esse lixo tem que ser tratado no mínimo com uma autoclave, pois um tijolo infectado de lixo de qualquer natureza pode gerar um problema maior de saúde pública. Se há detalhes técnicos que digam que não há problema, então que fique desconsiderada a minha opinião. O lixo deveria ser tratado da seguinte forma: descobrir um meio para que os resíduos se desintegrem mais rapidamente e colocá-los como matéria prima novamente. O problema reside em separar o material? Então, deve-se saber como um meio biológico faça com que se adapte a todos os componentes químicos e aja sobre eles de modo geral. Que os nossos biólogos e químicos pensem sobre isso.
DAILTON MARTINS (comerciante) Londrina
Ameaça coreana
Com relação à matéria "Mísseis estão prontos para disparar, diz Pyongyang" (Mundo, 12/4), como um homem de paz, não entendo a guerra, esse mal hereditário que nos acompanha de geração em geração. Pyongyang está provocando por demasia os Estados Unidos, querendo de toda forma levantar uma terceira guerra mundial. Quem irá sofrer? O povo. Quem irá morrer? Os soldados, enquanto o ditador que aspira a guerra fica bem quieto em uma salinha escondido só dando ordens. Temo pelo o futuro das crianças que ainda não tiveram a oportunidade de viver a vida. Tomara a Deus que só fique em ameaças e que não precisemos passar por todo aquele sofrimento que as famílias passaram na Segunda Guerra mundial. Quando vamos aprender e perceber que somos irmãos? Que o mundo podia ser muito melhor se fôssemos unidos?
JORGE AUGUSTO PIRES CORREA (professor) - São Sebastião da Amoreira
Redefinição de casamento
A famosa enciclopédia Barsa assim define a palavra casamento: "União voluntária entre um homem e uma mulher, para constituir uma família, com legitimação de autoridade civil ou religiosa". E complementa que "esse é o conceito do casamento monogâmico, comum nas sociedades mais desenvolvidas". A recente decisão acerca dessa instituição milenar, implicará, por certo, na revisão da definição da palavra casamento por parte das editoras nacionais.
ANTONIO DA SILVA PINHATARI (bacharel em Direito) - Londrina
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