Redução da maioridade penal
Com o devido respeito à opinião de cada cidadão relativo à redução da maioridade penal, não vejo solução no combate à criminalidade a simples redução da maioridade penal. Até porque encher cadeias e educandários de delinquentes não resolverá o problema, ao contrário, aumentarão os gastos com construções de mais estabelecimentos prisionais, alimentação, funcionalismo público, desvio de verbas e tantos outros gastos que estamos calejados de saber e pagar. Vejo como única e necessária solução, embora a longo prazo, mas que carece ser iniciada já, a escolaridade em tempo integral, desde a iniciação escolar, com inclusão de esporte de qualidade, educação religiosa, ensinamentos básicos constitucional e político, para que passe a ser realmente construídos homens, ao invés de reformá-los.
REGINALDO ARCEBISPO DE SÁ (serventuário da Justiça) - Londrina

‘Para nós, tu serás sempre campeão’
O Caçula Gigante nasceu de mentes idealistas, passou por mãos vitoriosas e virou o destemido Tubarão. Alquebrado e falido financeiramente, quase morreu sob a direção de alguns picaretas. Como a fênix, ressurgiu das cinzas gerido por um competente empresário e dirigido por homens dedicados, empenhados na sua restruturação. O nosso querido Alviceleste mexe com a cidade, mostra a sua força adormecida e emociona até o mais frio torcedor. Mesmo esbulhado em campo, ferido pela covardia das arbitragens facciosas e maltratado pela parcialidade da Federação, voltou a crescer majestosamente no cenário futebolístico paranaense. É muita emoção! Vi gente chorando no evento comemorativo do seu 57º aniversário, quando cenas das suas conquistas vitoriosas eram mostradas, acompanhadas pelo seu vibrante hino, nos telões do recinto da festa. É de arrepiar ver o estádio lotado, vestido de azul e branco. Também é gratificante notar que o empresariado começa a abraçar essa causa, não só como investimento, mas também como forma de agradecer a cidade pelo sucesso dos seus empreendimentos. Que essa chama não se apague nunca mais.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina

Dora Kramer
Discordo do leitor Antonio Carlos Rodrigues da Silva (Opinião, 2/5) sobre a colunista política Dora Kramer. Ela é totalmente contra o governo federal, tanto de Lula como da Dilma, pois ignora os avanços sociais ocorridos no Brasil nos últimos dez anos. Vejamos a situação da Europa, Estados Unidos e Japão, comparada ao Brasil, estamos muito melhores pois aqui não falta emprego. Se o povo está votando é porque está contente com o governo. No Brasil temos muita gente que não gostou dos avanços ocorridos, na melhoria da renda, na participação das pessoas no consumo, comprando carros, motos, eletrodomésticos, produtos alimentícios, etc. Quarenta milhões de pessoas migraram para classe média e hoje participam do consumo. Temos problemas sim nos Três Poderes, pois os mais ricos sempre levam vantagem, mas não podemos ignorar os avanços ocorridos no Brasil nos últimos anos.
PAULO ROBERTO SANITÁ (agricultor familiar) - Tamboara

Feiras livres são necessárias
Discordo do leitor Abel Freitas (Opinião, 12/5) sobre as feiras livres. Filha de pioneiros, me acostumei com feiras livres na Avenida São Paulo, nas ruas Santos e Tasso Fragoso (Bancários), fora da Saul Elkind entre outras. É um livre comércio, legalizado que faz bem para os vizinhos (comunicação, pesquisas, saber como estão). Isto é o Brasil, como demais países da Europa - feira - onde se tem de tudo para não recorrermos aos mercados onde é mais caro e impessoal.
MARIA ANGELICA SILVA (ex-comissária de voo) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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