OPINIÃO DO LEITOR
Pé na faixa
A iniciativa pé na faixa só serviu de trampolim político ou forma de aparecer na mídia. Ela é pouco efetiva, a começar pela falta de educação de motoristas e pedestres bem como falta de zelo da CMTU na manutenção das vias. No mínimo, deveríamos ter faixas de pedestres pintadas e sinalizadas devidamente. Quem vem de fora deve adivinhar essa nossa campanha ou continuar sendo xingado pelos pedestres mal educados que não entenderam que eles também têm que ser educados? Morei em São Paulo por algum tempo e lá se adota um "sinaleiro" no qual o pedestre aciona quando quer atravessar a rua não causando incômodo para nenhuma das partes. Semana passada, na Rua Benjamim Constant, na altura do Terminal Urbano, senti na pele a dificuldade para motoristas seguirem seu roteiro, bem como para os pedestres atravessarem a via às 17h30. Neste horário o fluxo de pessoas é altíssimo, então, o tormento é grande, pois os pedestres se acham no direito de atravessar a rua ao bel-prazer devido àquele absurdo de faixa elevada que construíram , não se preocupando com os motoristas que ficam à mercê de alguns pedestres mal educados. Prefeito e responsáveis pelo setor, vejam nas grandes cidades alternativas melhores que somariam na iniciativa pé na faixa, tais como o semáforo acionado pelo pedestre, simples, barato e eficiente, bem como continuem com as campanhas de conscientização de pedestres e motoristas.
ROBERTO BACARIN (consultor contábil) - Londrina
Pombos em Londrina
Conforme edição de 4/5 da Folha de Londrina, parece que a solução da prefeitura para as pombos que infestam o centro é espalhá-los pela cidade. Ou seja, o problema vai se espalhar também para os outros bairros que já têm sua população de aves. O problema é complexo porque pessoas estão morrendo de criptococose e os políticos têm medo de uma ação mais radical, como o abate, que pode gerar desconforto com a opinião pública e com os ambientalistas. A solução poderia ser pensada em dois momentos: um imediato para reduzir a superpopulação dos pombos seria a sua captura e envio a outras localidades do País onde haja a sua falta; e em um segundo momento a captura dos ovos para o controle de nascimentos dessas aves até que se equilibre a situação. Para isso, técnicos da Secretaria do Ambiente poderiam dar a assessoria a funcionários específicos para o devido controle e monitoramento.
DAILTON MARTINS (comerciante) Londrina
Força, Alexandre Oliveira!
O jogador de futebol é avaliado pelo seu presente, ou seja, por aquilo que ele hoje está fazendo dentro de campo. Prova disso, é o que está acontecendo com o atacante Alexandre Oliveira do Londrina. No ano passado, ele foi o artilheiro e um dos melhores jogadores do LEC, entretanto, no campeonato atual ele jogou pouco, fez somente um gol e foi vaiado num dos jogos realizados no Estádio do Café. No domingo, contra o Operário, foi expulso por dar um leve empurrão no gandula. Espero que o gestor Sérgio Malucelli e a torcida não se esqueçam de avaliar o seu passado, pois Alexandre poderá nos dar muitas alegrias com os seus gols.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina
Maioridade penal não resolve
Fiquei decepcionado com a entrevista da advogada criminalista Priscilla Placha Sá na edição de domingo da FOLHA. O menor e o de maior neste País têm que ser tratados de forma igual quando cometem uma barbaridade como aquela da dentista queimada no consultório em São Bernardo do Campo (SP). A dor e a crueldade impostas às vítimas têm as mesmas proporções e doem do mesmo jeito. Para a família que fica arruinada para sempre, não interessa quem cometeu tal absurdo. Queremos leis mais severas e que os criminosos apodreçam na cadeia, enquanto a família da vítima estiver refazendo a vida. E as vítimas, que estão tentando sarar das feridas, só querem justiça independente da idade de quem cometeu o crime.
ANCILON DE SÁ NETO (microempresário) - Campo Mourão
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