Rotatórias da Avenida Maringá
As rotatórias da Avenida Maringá com as ruas Professor Joaquim de Matos Barreto e Bento Munhoz da Rocha Neto são de extremo movimento de carros, pedestres e ciclistas nos horários de pico. Às vezes, o trânsito fica tão difícil que ninguém consegue fazer nada. Nessas horas (18 horas principalmente), penso várias vezes em passar de um lado (onde trabalho) ao outro (onde moro). Se para mim que estou de carro é difícil, imagine para os pedestres que não têm nem faixa deles. E quando pego aquele trânsito louco, confuso e penso: onde estão os agentes da CMTU que ficam com radares na Avenida Madre Leônia e em outros pontos multando quem anda a mais de 50 ou 60 km/h? Para que não aconteça algum acidente gravíssimo naqueles lugares medidas simples de curto prazo (quebra-molas ou semáforos), médio prazo (passarela) e longo prazo (viaduto) podem ser feitos. Com o dinheiro de impostos dos moradores, IPVA (carros), etc., é possível fazer isto. Mas é preciso boa vontade dos nossos políticos.
PAULO CESAR TURINI (representante comercial) - Londrina

Desigualdade
As pessoas afirmam não existir mais racismo contra negros hoje no Brasil. Porém, quantos negros residem no centro e quantos residem na periferia de uma cidade? A marca da escravidão ainda permanece em nossa sociedade. Quando houve a abolição da escravidão as pessoas tinham preconceito de pagar salário para o negro. Uma marca de racismo que trazemos hoje é a cota para negros em universidades. A mídia ridiculariza essas cotas, sem mostrar o passado histórico onde as pessoas dificultavam para que os negros crescessem na sociedade. A cota é um caminho para que os negros se formem e procurem ajudar de alguma forma a sua comunidade. Assim como o objetivo das cotas de colégios públicos. Aqueles que se formarem na área de educação que procurem buscar mais qualidade de ensino nas escolas, formando mais pessoas críticas em relação aos problemas da sociedade, o que o Brasil mais precisa hoje. Pessoas com opinião além do senso comum que não permitam um governo sujo e que transformem o Brasil num país menos desigualdades.
CAMILLA MAYUMI LAHM (estudante) – Londrina

Incêndio em ecoponto
Na edição de 30/4, a Folha de Londrina alertou para o problema de incêndio em um ecoponto. A fumaça de borrachas e plásticos é altamente tóxica, como a dioxina, e pode comprometer o sistema respiratório. O que fazer? Por que não se separa nos ecopontos a borracha e a prefeitura usa para fazer asfalto? O plástico poderia ir para empresas que o usam na reciclagem, o isopor para a construção civil, os entulhos para fazer blocos de cimento para calçadas, a madeira para fazer briquetes para as indústrias ao invés de cortarem árvores. E tudo isso pode ser vendido pela prefeitura para manter funcionários ou empresas terceirizadas ou as cooperativas. Daria emprego para as pessoas, acabaria com os incêndios e melhoraria a qualidade de vida da população porque ninguém precisaria ir em posto de saúde por causa de problemas respiratórios aliviando o atendimento também dos bombeiros, que são chamados para apagar o incêndio. Além de diminuir os problemas da própria vizinhança dos ecopontos. Por que não pensamos nisso?
DAILTON MARTINS (comerciante) - Londrina

Correção
Diferentemente do informando na matéria "Pacto coloca alfabetização como prioridade nacional" (Folha Cidadania, 31/4), Dulcinéia Teixeira Rocha é coordenadora municipal do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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