OPINIÃO DO LEITOR
Maioridade penal sem hipocrisia
Tem se comentado muito sobre a redução da maioridade penal, dos 18 anos para 16 anos. É inegável que a delinquência juvenil tem aumentado muito nos últimos anos, fazendo vítimas os cidadãos que têm algo a perder. A redução da maioridade penal poderá reduzir essa violência, mas não elimina o problema, pois hoje vemos jovens abaixo de 12 anos praticando crimes. As razões desse aumento da violência são tantas que não haveria espaço para descrevê-las. Em um contexto geral, começam pela falta de formação familiar, cultural e religiosa, passando pela legislação que confere aos jovens direitos e poderes, às vezes incoerentes com sua idade, criando uma falsa liberdade que permite-lhes praticar atos terríveis contra a sociedade e ainda receber a proteção do Estado. Busquemos primeiro, resgatar a família, valorizando-a, pois nada a supera na formação de uma juventude humana e saudável. Assim, com certeza, em alguns anos nossos jovens talvez não sejam mais a causa de violência e dor, mas sim de alegria e paz, dons naturais da juventude.
MAXIMO MIGUEL MINIELLO (engenheiro agrônomo) Rolândia
Orgulho de ser Tubarão
Depois de anos, hoje não só os londrinense, mas toda a região voltou a vestir com orgulho a camisa do Londrina Esporte Clube. Isso prova como o Tubarão é um gigante do futebol. Enquanto o gigante estava adormecido buscávamos o prazer do futebol nos campeonatos paulista e carioca. Hoje todos estamos vivendo o Campeonato Paranaense. A SM Sports está mostrando que esporte bem administrado de forma empresarial dá resultado, não precisa ficar pedindo dinheiro público. Hoje o esporte é tratado como empresa e isso mostra a falência das equipes da nossa cidade que estão fora de todas as competições nacionais. Londrina e região sempre gostaram de esportes e sempre fomos os grandes públicos das competições nacionais. Está na hora de criarmos uma fundação de esportes de rendimento e junto com as empresas da cidade voltar a termos equipes disputando as competições nacionais.
CHRISTIANO SOARES (estudante) - Londrina
Igreja e a PEC 37
Com relação à carta do leitor Ildo Y. Marubayashi (20/4), entendo que o templo de Deus deve ser usado para as boas causas, sendo uma delas a orientação das pessoas sobre os malefícios da PEC 37. Uma das finalidades do templo de Deus é direcionar o seu rebanho para uma condição justa e segura, e no meu entendimento a PEC 37 é injusta e insegura. A opinião do padre, que o leitor define como opinião pessoal, é compartilhada pela esmagadora maioria da população que defende o fim da corrupção, juntamente com o embrião da PEC 37. Com certeza, os promotores e padres, assim como a maioria das pessoas, possuem egos e vaidades que podem influir nos resultados das suas ações, entretanto, o histórico nos mostra muito mais acertos do que erros nas ações do MP e da Igreja.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) Londrina
Papel da Igreja
Vou à missa celebrada pelo padre Romão na Igreja Dom Bosco todo sábado e acho que os comentários dele no final são sempre acertados. O padre tem o dever de nos mostrar o caminho certo, e no caso da PEC 37 o certo é ir contra. Trabalhamos muito e pagamos nossos impostos, então queremos transparência de onde será utilizado o dinheiro público. O templo é o local ideal para mostrar o que é certo e o errado, o bom e o ruim, é a hora certa de expor opiniões contra e agir de forma concreta.
LUCIMEIRE GASPARIN MARTINS (comerciante) Londrina
■ As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: opiniao@folhadelondrina.com.br





