A favor da PEC 37
"Não somente sou a favor da PEC 37 como faço lobby para que ela seja aprovada. Não quero mais esses senhores do Ministério Público nos meus pés e de meus amigos. Ficam nos incomodando com seus mandados de busca e apreensão e até fazendo prisão. Sou empresário e só negocio com o governo. Não quero ninguém atrapalhando meus negócios e de meus amigos políticos. Os que comercializam drogas, traficam crianças, pessoas e armas também já não aguentam mais esses senhores perturbando e causando prejuízo de milhões de dólares." Bem, esse deve ser o pensamento de bandidos disfarçados de empresários e políticos com a coragem de sair em defesa própria, tentando impedir que o Ministério Público investigue seus crimes que causam um prejuízo incalculável ao nosso país. Esses senhores que defendem a PEC 37 devem serem investigados à exaustão e expurgados de nossa sociedade. Eles são os responsáveis por diversos prejuízos causados à saúde, à educação e ao desenvolvimento do nosso país.
LUIZ FURTADO (comerciante) - Londrina

Bicicleta x adrenalina
Se você quer curtir adrenalina em Londrina, pegue uma bike e tente cruzar o centro da cidade no horário comercial. Se escapar vivo ou sem lesões, pode considerar isso como um milagre. Infelizmente, nossa cidade ainda não está preparada para esse meio de transporte. O homem, sobre quatro rodas, vira máquina e não reconhece seu semelhante a pé ou com duas rodas. Muitos ciclistas também não respeitam os pedestres e os veículos. Essas coisas são resolvidas com educação, conscientização e planejamento. Como forma de incentivo e rápida humanização, sugiro que alguns políticos usem bicicletas para ir ao trabalho. Não esqueçam do retrovisor e da sirene, além do santinho protetor.
AMARILDO PASINI (engenheiro agrônomo) - Londrina

Venda de armas
A Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou o Tratado Internacional de Comércio de Armas que regulamenta a venda de armas entre os países. A finalidade é evitar que armas de pequeno porte, tanques, aviões de combate e mísseis caiam nas mãos de terroristas, governos corruptos, ditadores, organizações e pessoas criminosas. Medidas como esta devem ser aplaudidas incentivadas e até cobradas de autoridades, por todos os cidadãos, para que possamos acelerar a caminhada para a paz que já se iniciou, mas que tem pressa de atingir a meta. Quanto sofrimento tivemos por mantermos esta cultura bélica? Quantos inocentes já pagaram com a própria vida por insistirmos nessa cultura das guerras, dessa estupidez da maldade que por ora ainda povoa as mentes doentias e os corações endurecidos, escravizando-os no atraso espiritual, não mais compatível com a nova era de regeneração desse planeta maravilhoso, que o Pai Criador nos presenteou, não para dominar e prejudicar aos nossos semelhantes, mas sim para construirmos aqui um reino de paz e justiça e de amor.
SILVÉRIO SILVA (membro do Conselho Fiscal do Londrina Pazeando) – Londrina

Lixo, o que fazer?
Fico muito surpresa com a notícia da "erradicação dos lixões" para a instalação de aterros sanitários. Já vimos à exaustão o filme de "instalação de aterro" em Rolândia e em tantos outros lugares. Sonhos cheios de promessas que não se realizam. Uma sociedade consumista e produtora de lixo, mantida longe dos problemas que ela causa, nada aprende e nada se resolve. Acomodados em nosso ensino mecanicista, investimos em faculdades, mas esquecemos da base, o indivíduo. No caso do lixo é a mesma coisa. Investimos em megassoluções teóricas que afastam a responsabilidade individual. De que nos servem "tecnologias de primeiro mundo" se elas apenas são usadas para "tapar o sol com a peneira"? Estaria mais do que na hora de, tanto na educação como no saneamento, começarmos a construir as soluções pela base, o indivíduo, senão "essa casa logo cai ". Na prática: cada um tem que se responsabilizar pelo lixo que produz. Fazer do lixo ou da educação assunto de propaganda tem, a meu ver, pouco futuro.
RUTH BÁRBARA STEIDLE (educadora ambiental) – Rolândia

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne
e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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