Trânsito
Moro no Jardim Itamaraty e tenho filhos que estudam no Sesi da Rua Nevada. Todos os dias a minha esposa precisa dar uma volta enorme porque no cruzamento da Avenida Maringá com a Rua Oakland não tem semáforo. Com as mudanças do trânsito na Avenida Maringá, parece-me que deixaram tudo certo para colocar um semáforo no local, o que não aconteceu. É necessário haver ainda a inversão das mãos das ruas Samuel Moura e Rebouças para que o trânsito funcione melhor. Precisamos também de semáforo no cruzamento da Rua Maine com a Avenida Maringá e, principalmente, nos balões da Avenida Maringá com as ruas Professor Joaquim de Matos Barreto e Bento Munhoz da Rocha Neto. As pessoas arriscam suas vidas diariamente para atravessar essas ruas e os carros "brigam" para ver quem passa primeiro. Até quando teremos veterinários, médicos e padeiros cuidando do trânsito de nossa cidade? É tão difícil colocar um profissional da área para cuidar disso?
PAULO CESAR TURINI (representante comercial) - Londrina

Reconhecimento
A obra de um artista pode ser dimensionada não só por seu talento ou capacidade de inovação, mas também pelo alcance que o trabalho ocupa em seu coração. Emílio Santiago cantou um repertório romântico e de sambas conhecidos, sobretudo na série de discos Aquarela Brasileira. Emílio tinha suavidade, balanço e equilíbrio: qualidades essenciais ao seu repertório e ao seu público. Em tempos de banalização da arte, da música e mais ainda do canto popular, apenas estes fatores já seriam diferenciais. Mas em Emílio Santiago somavam-se ainda uma voz única e a dedicação às canções que gravava. Ele as amava. O amor à canção popular do Brasil e uma voz privilegiada fazem dele um intérprete a ser lembrado e seguido pelas novas gerações de cantores. Eles precisam urgentemente ouvir seus discos e retomar um canto no qual possamos entender as letras e curtir o balanço das melodias.
ALDO MORAES (músico) – Londrina

Rampas para cadeirantes
Ao passear pelo Calçadão de Londrina e na região da Rua Sergipe com a minha esposa que é cadeirante, sinto dificuldades ao passar pelas rampas exclusivas para cadeiras de rodas nos cruzamentos das ruas. As rampas apresentam obstáculos que impedem a travessia tranquila. É preciso realizar uma verdadeira "manobra" com a cadeira de costas na beirada do meio-fio, correndo o risco de acontecer um acidente envolvendo até os veículos que ali trafegam. A Secretaria de Obras deveria fiscalizar e vistoriar as obras, que muitas vezes são mal feitas. Incluo aqui o piso petit-pavet do Calçadão, que também requer muita habilidade e equilíbrio para andar sem torcer os pés e, principalmente, com um cadeirante. Peço atenção ao problema em nome de todos que mais precisam.
NELSON EDY CYRILLO (técnico em construção civil) – Londrina

Covardia
As declarações do presidente do Coritiba, em relação aos jogos das finais do Campeonato Paranaense que poderiam envolver as agremiações do Coritiba e Londrina, é no minimo um ato de covardia muito grande e demostra o medo que eles tem do time do Londrina. Ou eles se esqueceram que há dois anos proporcionaram cenas de guerra e terror após a queda do Coritiba para a segunda divisão no Campeonato Brasileiro? O futebol brasileiro foi manchete nacional e internacional devido aquelas cenas de vandalismo. Agora vem ele com essas declarações tentar tumultuar e denegrir a imagem de nossa cidade. Se formos para a final, e não houver interferência dos árbitros nas partidas, com certeza, o Londrina se tornará campeão.
MIGUEL POLSKIKH FILHO (eletrotécnico) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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