Faixas exclusivas

Pensar na mobilidade urbana como uma política pública significa colocar o transporte coletivo como prioridade no planejamento do espaço urbano e intervir nas vias para garantir aos usuários um deslocamento rápido, seguro e barato na medida do possível. As faixas exclusivas são uma solução diante da realidade que enfrentamos com a ausência de recursos disponíveis para minimizar o problema de infraestrutura da cidade. O raciocínio é bem simples: colocar o interesse público acima dos interesses de alguns. Defendo mais faixas exclusivas para o transporte coletivo.

STANLEY KENNEDY GARCIA (produtor cultural)á - Londrina



Alerta

Encontrei duas larvas dentro de um bombom em janeiro. Comuniquei a empresa responsável e mandaram um funcionário para recolher o produto para ser analisado. Depois disso, recebi uma ligação dizendo que o meu chocolate havia sido contaminado no ponto de venda. Pedi que me enviassem o laudo do exame para eu poder analisar melhor, mas ainda não recebi nada. No ponto de venda, os donos do estabelecimento disseram que seria impossível qualquer tipo de contaminação e, de fato, seria impossível isso acontecer, pois o produto estava lacrado, dentro do prazo de validade e com ótima aparência. Só notei as larvas vivas porque tenho o hábito de repartir o bombom ao meio antes de comer. Gostaria de alertar as pessoas quantos aos riscos de consumir produtos industrializados, mesmo sendo de empresas renomadas.

ANA CAROLINA MASSAN (fisioterapeuta) - Londrina



Preservação do meio ambiente

Em uma situação polêmica, sempre há de se analisar os dois lados. No caso da construção de uma rodovia dentro do Parque Nacional do Iguaçu, é compreensível a queixa dos moradores locais por precisarem andar muitos quilômetros sem a estrada. Entretanto, ainda há maneiras (mais difíceis, admite-se) de fazer o trajeto em questão. Já para a possível extinção de espécies e os danos causados aos animais que vivem na região, o prejuízo pode ser irreversível. O Brasil é conhecido internacionalmente por sua fauna e flora, e infelizmente, também pelo mau uso e desrespeito aos mesmos. É necessário a preservação do que nos resta de natureza! Em tempos de conferências fracassadas, desflorestamento e um Novo Código Florestal que visa em primeiro lugar interesses econômicos e políticos, a visão dos ambientalistas deve sim, e muito, ser estudada e levada em conta.

ANA CAROLINA M. SEKIAMA (estudante de Direito) - Londrina



Tragédias


Existem tragédias inevitáveis, mas existem as que acontecem porque alguma coisa falhou. No caso de Santa Maria, políticos se organizaram rapidamente. Pelo fato da tragédia ter origem não natural e ter acontecido por irresponsabilidade de pessoas comuns, eles pediram a punição dos responsáveis. Mas e no caso mais recente, das enchentes do Rio de Janeiro? Cade os políticos? Ou nesse caso não existem responsabilidades? Se houve licença para construir nesses locais, deve haver punição de quem autorizou e ainda considerar que não houve fiscalização adequada. As punições nas duas tragédias devem ir além da esfera cível. As punições e os ressarcimentos não abrandam as dores legítimas, mas pelo menos serve para que se governe com mais responsabilidade, diminuindo novas tragédias.



JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) - Londrina




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