OPINIÃO DO LEITOR
Trânsito caótico
Diariamente, me locomovo entre a Avenida Terras de Santana e a Rua Luiz Lerco, nas proximidades da Unopar do Catuaí. Sempre flagro "arrancadas" de veículos, motoristas dirigindo de forma perigosa nas entradas da universidade, onde inúmeras pessoas trafegam. Fico me questionando o porquê disso. A sinalização no local também é péssima, não havendo sequer tempo para os pedestres atravessarem a rua sem se depararem com carros transitando. Não existe semáforo específico para pedestres e carros estacionam em locais proibidos. Está aí um lugar onde a CMTU deveria agir.
PHILIPE RAPHAEL BOTURA THOMAZ FAZOLI (estudante) Londrina
Injustiça
Nós, brasileiros, que trabalhamos 48 horas semanais, recebemos apenas R$ 678. Que família consegue sobreviver com esse valor? Você dá o seu melhor para garantir uma vida digna para a sua família, enquanto pessoas, ao invés de trabalhar, preferem vender drogas, roubar casas, ameaçar nossos familiares ou até mesmo matar. Se elas forem presas, o governo brasileiro ajuda as suas famílias com auxílio-reclusão de R$ 971,78. Por que não investir esse dinheiro em educação, levando em conta que 13 milhões de pessoas no Brasil são analfabetas? Ou por que não investir na saúde? Onde está a justiça no Brasil?
AMANDA CAROLINY DOI (estudante) Londrina
Desrespeito
A maioria das pessoas sabe a respeito das leis que regem e protegem os direitos dos clientes nas agências bancárias, determinando inclusive o tempo de permanência em filas. No entanto, esta semana, entrei em um banco na Avenida Saul Elkind, em Londrina, por volta do meio dia, e fui atendida somente às 13h45. E não havia senha e cadeiras para as pessoas se sentarem. Eu puxei uma cadeira destinada a outro guichê e fui arrastando-a na fila até chegar a minha vez de ser atendida. Recebi muitos olhares, mas as pessoas perceberam que eu tinha motivo para protagonizar a cena. No atendimento "expresso" um único funcionário trabalhava. É preciso mais bancários nesse setor, nesse horário. Além de senha e cadeiras para todos. É o mínimo.
SUSANA SILVA (historiadora) - Londrina
Radar de velocidade
Com relação aos questionamentos do leitor Claudio Espiga (Opinião, 13/3), a CMTU informa que todas as vias onde são feitas as ações de fiscalização de velocidade por meio de radares estão devidamente sinalizadas. Além das placas avisando os motoristas sobre os limites de velocidade permitidos nos trechos, há ainda placas alertando sobre a presença da fiscalização eletrônica por meio de radares. Como o próprio leitor enfatizou, a CMTU também entende que alertar os motoristas é uma forma importante de conscientização. O exemplo citado é perfeito porque evidencia que os motoristas reduzem a velocidade por "receio" de serem multados. Receio este que só tem efeito "educativo" porque as multas são realmente aplicadas quando os motoristas insistem em infringir a lei, mesmo alertados. A atuação da CMTU está respaldada pela legislação federal que pode ser facilmente consultada no endereço www.denatran.gov.br/resolucoes.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA CMTU
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