Mortes no Evangélico
Tenho uma dúvida que gostaria que fosse esclarecida: os pacientes que dizem que foram "mortos" pela médica Virginia Soares de Souza e "sua equipe" na UTI do Hospital Evangélico em Curitiba eram pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ou particulares? Os pacientes que ocuparam os leitos desocupados pelos mortos eram pacientes do SUS ou particulares? Se eram particulares, está explicado porque morreram "naturalmente" os paciente anteriores.
MOACIR AZALIM PEREIRA (microempresário) – Londrina

Juiz de futebol
Que bom que o senhor Afonso Vitor de Oliveira decidiu ser juiz de futebol e não do Superior Tribunal Federal (STF). Se ele ocupasse o lugar de Joaquim Barbosa, o único condenado do mensalão seria o procurador Roberto Gurgel. Dá para entender porque Oliveira ocupa a chefia do apito no Paraná. Sempre prejudicou o LEC e não seria agora que faria justiça. Se ele fosse juiz do mensalão, o PT seria o Coritiba e o LEC seria o pobre Gurgel. A artimanha de reagir com uma bofetada e botar culpa na "elite dominante" é manjada por aqui.
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) – Londrina

Um braço perdido
Sempre achei estranha a expressão: "sujeito muito humano". No entanto, após o atropelamento do jovem ciclista que ficou sem o braço em São Paulo, passo a mudar de opinião. Está claro para mim que o motorista que estava bêbado não é humano na sua plenitude. Alguns vão querer culpar a escola e outros a sociedade. Para mim, os pais têm grande parte na culpa. Em algum momento eles abandonaram a educação deste rapaz, não lhe apresentaram limites. Tudo era possível. Quase certo não havia diálogos na família. O acidente é agravado pelo fato do motorista ser estudante de Psicologia, ciência que estuda o comportamento humano. Tudo isto aconteceu em São Paulo, cidade com tradição em implantes de membros, especialmente o Hospital das Clínicas. Mas agora é tarde, pois o braço foi lançado em um rio e não encontrará mais seu dono. Para onde caminha a humanidade?
AMARILDO PASINI (engenheiro agrônomo) – Londrina

Radar de velocidade
Uma coisa que não entendo: qual o objetivo de se colocarem os radares? Diminuir velocidade? Porque poucos motoristas diminuem. Trinta dias depois eles recebem suas multas, mas aí já colocaram a vida das pessoas em risco. Se eles atropelarem alguém, resolve alguma coisa estes motoristas somente receberem uma multa? Experimentem colocar uma faixa avisando: "a cem metros radar". Todos diminuirão a velocidade, porque as pessoas não correrão o risco de levarem multa e este deveria ser o objetivo a ser alcançado. Claro que o dinheiro das multas não será arrecadado, mas as vidas serão preservadas. A ideia não é nova, já é aplicada na serra perto de Curitiba, e lá todos diminuem a velocidade. A multa não educa ninguém, não protege as pessoas. A multa só serve para arrecadar. Depois dizem que não existe indústria da multa em Londrina.
CLAUDIO ESPIGA (engenheiro civil) – Londrina

Parar ou não parar?
Com as mudanças que estão sendo feitas na Avenida Maringá fico em dúvida toda vez que passo pela faixa de segurança para pedestres, adicionadas em vários pontos da avenida. Muitas vezes percebo pedestres esperando para passar e ao mesmo tempo uma fila de carros atrás de mim. Como os motoristas não estão acostumados com as novas faixas, fico com receio de parar e causar um acidente. Estava passando de carro com meu marido na avenida quando ele decidiu parar para um pedestre atravessar e o carro que estava atrás freou bruscamente. Não chegou a bater, mas foi por pouco. E aí, CMTU. Paro ou não?
KATIA EKUNI (coach practitioner) – Londrina

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