Vergonha
Os lances que prejudicaram o Londrina no jogo de domingo passado contra o Coritiba foram noticiados por várias emissoras pelo Brasil e os comentários, em sua maioria, criticavam o árbitro pelos erros cometidos. Pelo jeito, apenas em Curitiba, em meios de comunicação e pelos dirigentes que lá predominam o seu "reinado", tudo foi normal, a não ser o pênalti que o juiz deixou de marcar para o Coritiba. Aproveito este momento para parabenizar os meios de comunicação da Capital pela "imparcialidade" apresentada dos fatos ocorridos. Afinal, em um País onde reina a impunidade, a politicagem e a utilização do "poder" em benefício próprio, não poderíamos esperar outra coisa. Só não se esqueçam que agindo desta forma estão acabando com o futebol da região. Assim fica muito difícil prover qualquer tentativa de empreendimento de sucesso, sabendo que, na verdade, serão sempre coadjuvantes dos times da Capital. Quem sabe em um futuro próximo o Campeonato Paranaense não se torne um torneio a ser disputado apenas pelos times da Capital!
SERGIO CESAR DE OLIVEIRA BRANCO (contador) – Londrina

Morte de Chorão
Diariamente somos bombardeados com notícias tristes como esta. Pessoas queridas, ou não, cada um com suas razões. O que teria levado à morte alguém que trazia em sua canções "Amor e Fé"? As pessoas escondem o chamado "sofrimento da alma". A depressão não escolhe a quem. Devemos ficar mais atentos às pessoas que nos rodeiam, suas atitudes, as mudanças de comportamento, e principalmente aos nossos jovens, mais atenção.
ROSE MARIA OZÓRIO (assistente administrativo) – Curitiba

Igreja Católica
Sou católica desde que nasci (há 45 anos) e é a primeira vez que vejo tantos noticiários na televisão e matérias no jornal impresso sobre a Igreja Católica, o papa, os cardeais, o conclave, etc. A renúncia do papa Bento 16 foi a melhor maneira de se colocar em pauta como agiu, age e agirá a Igreja Católica e demonstra a importância da doutrina católica no mundo entre os cristãos, ateus e pagãos. Neste ano da fé, estamos aprendendo muito com esta renúncia. Desejo que o próximo papa continue mudando o mundo com a Palavra de Deus através dos Evangelhos de Jesus Cristo!
LUCIMEIRE GASPARIN MARTINS (comerciante) – Londrina

Fim das pipas
Brinquedos ou brincadeiras perigosas deveriam ser proibidos. Talvez, nem todo cidadão saiba, mas qualquer um do povo pode iniciar a criação de uma lei. E, neste sentido, eu – como cidadão – gostaria de sugerir àqueles, no caso aqui os vereadores, que, depois de certas providências, estudassem uma lei proibindo aqui na nossa cidade as pipas, também conhecidas como papagaios. A brincadeira é perigosa, pois os fios esbarram em fiação de alta tensão e põem em risco a aviação, e algumas vezes criminosa, já que linhas com cerol (feitas com cacos de vidros) causaram a morte de muitos. De fácil fiscalização, por óbvio, vez que fica à vista de todos, traria tranquilidades aos motoqueiros, inclusive os mototaxistas que, por força de lei, são obrigados a equipar suas motos com acessórios, bem como aos próprios "pipeiros", no caso da energia elétrica. Londrina seria, acredito, a pioneira nesse sentido de prevenção e poderia ser exemplo ao restante do País.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

Brasil vendeu a bandeira
Gostaria de parabenizar Célia Musilli pelo excelente texto sobre a propaganda do refrigerante Coca-Cola e a nossa Bandeira (Folha 2, 3/3). Eu me pergunto: como essa propaganda pôde ser aprovada? Afinal de contas ela coloca em risco a integridade de um símbolo nacional, ou será que o confete que é feito sobre o povo brasileiro justifica mostrar uma bandeira toda em pedaços e sem a frase que simboliza a diretriz de uma nação? Num País onde o eleitor vende seu voto, o político se vende a todo momento, vender um símbolo nacional por um punhado de moedas é só mais uma vergonha que nós brasileiros teremos que carregar e lembrar toda vez que saborearmos este refrigerante.
LUIZ ANTONIO SCANEIRO (autônomo) – Londrina

As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comle­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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