Dia da mulher
Podemos reafirmar, sem medo de errar, que as mulheres brasileiras e do mundo conseguiram através de organização, mobilização e muito espírito de luta, algumas conquistas de uma vasta agenda. A estrada a ser percorrida ainda é árdua e longa, mas a união de esforços de amplos setores da sociedade e implantação de políticas públicas nos anima a continuar caminhando. Hoje o Brasil conta com uma Secretaria Nacional de Políticas Públicas com status de ministério. Através de várias bandeiras empunhadas a várias mãos conseguimos a Lei Maria da Penha, projetos de inclusão na educação, saúde, habitação entre outras. Somos hoje mais da metade da população no País e mãe da outra metade, ampliamos nossa participação no mercado de trabalho e nas universidades, estamos atuando como trabalhadoras no campo e na cidade, nas organizações sociais, nos partidos políticos, sindicatos, mas ainda somos minoria na vida política brasileira, recebemos salários menores por trabalhos iguais, vivemos a barbárie da violência doméstica e convivemos com o descaso pela ausência de políticas públicas que nos ampare como trabalhadoras que não têm onde deixar seus filhos enquanto lhes garante o sustento. Estamos longe da conquista de uma sociedade onde a igualdade de oportunidade seja uma realidade, mas por outro lado, aprendemos como percorrer o percurso que nos levará a esta nova ordem social onde homens e mulheres possam viver mais harmônica e generosamente.
ELZA CORREIA (presidente da Comissão de Defesa dos
Direitos da Mulher da Câmara Municipal de Londrina)

Diplomas na Câmara
É muito cômoda e passiva a atitude de "acabar" com as farras dos diplomas que foram descobertas dentro da Câmara Municipal. Tenho uma amiga servidora municipal da área da saúde e para que ela recebesse a progressão por titulação, a mesma teve que estudar à noite, e muito. Às vezes saindo de uma jornada de 12 horas diárias. Dizer que daqui para frente a lei será aplicada somente aos novos servidores é uma vergonha. Pergunto aos nobres vereadores eleitos e ao Ministério Público: "Por que não pagar o teto máximo (igual aos desses espertalhões) a todos os servidores que realmente concluíram cursos referentes as suas áreas específicas?". Ou será que existem forças ocultas que ainda reinam em nossa Prefeitura? Sou servidor público também e exijo que o meu imposto recolhido seja aplicado corretamente em benefício de todos os cidadãos londrinense e não somente ao um grupo de pessoas que eu não gostaria de classificar.
ROGEMAR MONTEIRO (servidor público) – Londrina

Rivalidade entre torcidas
Senhor Dejair Zem, a respeito da carta Vergonha (Opinião, 6/3), os principais órgãos de imprensa do eixo Rio-São Paulo têm se manifestado e demonstrado indignação em relação aos três lances duvidosos no jogo do Londrina contra o Coritiba, o que não tem ocorrido em relação à imprensa de Curitiba que, na sua maioria, se omitiu. Enquanto isso, a Folha de Londrina, ao publicar a sua carta, demonstra como deve agir um órgão de imprensa independente e democrático. O teor das declarações do leitor contribui para que a rivalidade entre o interior e a Capital aumente ainda mais.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

‘Mão de ferro’
Falastrão, ditador, mão de ferro, tirano, seja lá o que for, mas Hugo Chávez sempre foi firme nas suas decisões. Principalmente diante das grandes e adversárias potências mundiais e, em especial, os Estados Unidos. A medicina lhe segurou a vida, assim como o petróleo segura a Venezuela. Ao contrário, ambos já teriam sucumbidos há tempos.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) – Cambé

Correção
- Diferentemente do informado na matéria "TJ concede liberdade para policial" (Pág.6, 7/3), a decisão sobre a reintegração da soldado Maria Eugênia Scudeler Pasquini é definida pela Central de Operações Policiais Militares (Copom).

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