OPINIÃO DO LEITOR
O fim de Chávez
Chega ao fim um ícone da política sul-americana, típico modelo ditatorial a ser arquivado. Hugo Chávez sempre legislou em causa própria, manipulou seu povo como marionetes, usou-o a seu bel prazer e interesse, esquecendo-se que dirigir um país significa criar condições mínimas de infraestruturas necessárias para seu desenvolvimento e crescimento. Creio que qualquer nação merece um governante que tenha olhos e sabedoria suficiente para visualizar a melhoria de seu povo, investindo e criando condições melhores, resgatando o orgulho do pai de família em sustentar seus filhos com seu emprego, e não vivendo da distribuição pífia de esmolas. O ser humano merece coisa melhor e, para isso, o sistema democrático elege e pode mudar seus governantes. Que Deus ilumine e traga luz ao novo governante da Venezuela, que até então estava no limbo.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) Itambaracá
Serviços da Acesf
A mina de ouro da Prefeitura (Acesf), que sempre obteve lucros superiores a 1000%, vai enriquecer ainda mais às custas do maior sofrimento enfrentado pelo ser humano. Uma urna enquadrada no "Plano 1" da Acesf, que não tem custo superior a R$ 80, é repassada à população por mais de R$ 1.300,00, incluindo a preparação e ornamentação do corpo, que não gera custo superior a R$ 60. A municipalização do serviço funerário em Londrina foi o melhor negócio político e financeiro que a Prefeitura concretizou. O monopólio institucionalizado, sem permitir a livre escolha das famílias enlutadas, que além de pagar pelo serviço mais caro de todos entre esse gênero de autarquia e que os serviços de funerárias particulares, agora vai dar mais um golpe na fragilidade das pessoas no momento mais difícil de suas vidas. Aumento de valores dos serviços para arcar com a manutenção dos cemitérios? Um jazigo no Cemitério São Pedro, que é municipal, não custa menos de R$ 15.000,00. Por que não cobrar uma taxa de manutenção anual? Agora, talvez somente com os novos valores da Acesf, a Prefeitura consiga tirar as contas do município do vermelho.
RICARDO ALEXANDRE GARCIA (aeronauta) Londrina
Apaixonados pelo Tubarão
A carta enviada pelo senhor Dejair Zem (Opinião, 6/3) é simplesmente ridícula. Sinceramente não dá para entender por qual televisão ele viu somente o pênalti no Arthur (ex-londrina) durante o jogo do último domingo. Colocamos mais de 30 mil pessoas no estádio, coisa que os curitibanos só conseguem fazer em clássicos somando as duas torcidas. A vergonha do Estado, ao contrário do que o leitor relata, não é o torcedor do interior do Estado, mas sim a Federação Paranaense de Futebol sempre tendenciosa quando envolve os times da Capital. Assista outras emissoras, de fora de sua linda Capital, e veja que nós, os caipiras, além de apaixonados pelo Tubarão, pensamos como toda a imprensa esportiva do Brasil: fomos roubados (mais uma vez) dentro da nossa casa. Paciência. No segundo semestre o Coritiba volta a ser apenas coadjuvante no futebol brasileiro.
MARCIO SPAINI JUNIOR (administrador de empresas) Londrina
Correção
Diferentemente do que foi publicado na matéria "Paraná tem quatro construtoras entre as 50 maiores do País" (Economia, 6/3), as posições das construtoras Plaenge e A.Yoshii no ranking da Inteligência Empresarial da Construção (ITC) são respectivamente 9ª e 40ª.





