Fim dos salários
Tardou mas chegou o tão esperando dia da votação do projeto que extingue o 14º e o 15º salários de vossas excelências deputados e senadores, que recebiam todos os finais de ano cerca de R$ 53 mil para que pudessem passar suas "merecidas férias" em casas de veraneio e iates superluxuosos. É estranho algo tão grosseiro e estúpido demorar tanto tempo para ser extinto. Essa votação foi o primeiro grande prêmio do brasileiro em 2013, que ganha uma miséria o ano todo e ainda é obrigado a custear os políticos de Brasília. Hoje vemos políticos acusados de formação de quadrilha presidir Conselho de Ética, outros delatados por lavagem de dinheiro e corrupção ativa presidirem o Tribunal de Contas da União e outros que são nomeados chefes do Legislativo com uma ficha criminal que faz Fernandinho Beira-Mar parecer ladrão de galinha. A mudança começou e deve continuar até o fim. Progredimos para o bem ou retroagimos para o mal.
LUKAS HENRIQUE SANTOS (estudante) – Londrina

Projeto Arco Norte
Não sou contra a natureza nem à sua preservação, mas não podemos simplesmente impedir isso ou aquilo em nome do meio ambiente, até porque, não se conseguirá evitar eternamente um projeto da natureza do Arco Norte (o que muito agradaria outras cidades que disparam economicamente na frente de Londrina). Penso que possam existir planejamentos, alternativas e estudos para compensar os impactos ambientais como, por exemplo, ampliação e manutenção de áreas dentro da cidade, que deixam a desejar.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

Sindicatos e confederações
Todos os anos alguns milhões de brasileiros são obrigados a pagar as
famigeradas contribuições sindicais. Se vivemos numa democracia, essas "contribuições" deveriam ser facultativas, jamais obrigatórias. Todos os empregados e patrões (urbanos ou rurais) deveriam ser consultados se gostariam ou não de fazer parte dos sindicatos e confederações e deveriam ter o conhecimento de todos os direitos e benefícios que passariam a ter com a inclusão. O correto seria fazer assim. Mas os sindicatos e as confederações simplesmente não conhecem os seus associados, emitem os boletos de cobrança ou recebem as contribuições retiradas dos ganhos mensais do povo e seus serviços não retribuem à altura. O interessante é que ninguém protesta contra esse assalto ao bolso dos que trabalham. Afinal, reclamar para quem? Para os políticos? Para o governo federal? Até o voto é obrigatório neste país. Que bela democracia!
MILTON DE CASTRO (corretor de seguros) – Londrina

Campanha da Fraternidade
Gostaria de agradecer ao arcebispo Dom Orlando pelas palavras que escreveu no texto "Dialogando com os jovens" (Espaço Aberto, 23/2)
sobre a campanha da fraternidade para dar encorajamento aos mesmos, principalmente pela frase: "diante de uma vitória, não pare. Diante de
uma derrota, não desanime. Nem sempre uma vitória significa a glória e nem sempre uma derrota significa o fim. Desistir é a saída dos fracos e insistir é a alternativa dos fortes". Obrigada, Dom Orlando. Continue incentivando aos jovens a continuarem experimentando a beleza da amizade com Cristo.
MARIA PASCOALINA C. DE SOUZA
(professora aposentada) – Jacarezinho

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