OPINIÃO DO LEITOR
Desabafo de gestor
Durante a fase áurea do LEC na temporada de 77/78 quando o time fez 1 a 0 no Corinthians, o Estádio do Café lotado com 50 mil pessoas ficou quase mudo. Na ocasião o presidente da então CBD, Heleno Nunes, afirmou que o Londrina não tinha torcedores e sim espectadores, tal o espanto pelo quase silêncio. Exageros à parte, ele tinha razão. O Londrina possui não mais que dois mil torcedores de verdade. A grande maioria torce, de fato, para os times grandes de São Paulo e tem simpatia pelo LEC. E quando um jogo do Londrina concorre com um clássico paulista, como ocorreu domingo, os chamados "simpatizantes" do LEC e torcedores desses times ficam em casa vendo o jogo pela TV. Se o gestor Sergio Malucelli tivesse feito uma pesquisa qualitativa sobre isto antes de assumir o LEC, não se surpreenderia com fato tão evidente. A solução é pensar em horário alternativo e fugir da concorrência com os clássicos paulistas.
JOAQUIM BRAGA (professor) - Londrina
Avante Malucelli!
Com relação à matéria "Gestor ameaça abandonar o barco" (Esporte, 18/2), senhor Sergio Malucelli, os torcedores ainda não estão confiantes nas suas ações como gestor do LEC e também no elenco. Entendo que isto está próximo de acontecer. Diante disso, vamos desconsiderar o seu temperamento explosivo do último domingo e torcer para que o nosso Tubarão seja campeão do primeiro turno do Paranaense. O londrinense gosta e prestigia o bom futebol, prova disso, foram os públicos dos jogos entre Londrina e Maringá em 1981 (43 mil pagantes) e em 1992 na final contra o União (três jogos no Café com 30 mil torcedores).
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) Londrina
Cliente maltratado
O gestor do Londrina, Sergio Malucelli, deveria primar por ser mais simpático. Toda declaração dele vem coberta de amargura que consegue magoar o torcedor. Se ele depende de renda, e mesmo assim sai atirando para todos os lados, sem importar-se com as consequências do que fala, não deveria depois exigir que o público vá ao estádio. Esse é o primeiro "comerciante" que vejo maltratar o cliente o tempo todo.
PAULO CLEMENTE MARCOS (artista plástico) - Londrina
Falta de apoio ou interesse?
O noticiário esportivo foi marcado pelas palavras dos gestores de futebol Adir Leme da Silva e Sérgio Malucelli. Adir decidiu retirar sua equipe de Arapongas por falta de apoio e patrocínio. Malucelli reclama também da falta de apoio e patrocínio no Londrina. Por que as empresas do Estado não se interessam em patrocinar o Campeonato Paranaense e nem as equipes da própria cidade? Será que a TV ou nosso campeonato não agradam as empresas para ter o interesse de colocar a sua marca em placas publicitárias nos estádios ou estampar suas marcas na camisa dos clubes? Há tantas empresas que poderiam ajudar a melhorar a renda do campeonato, e assim ajudar os clubes a ter dinheiro para contratar bons jogadores e melhorar o nível técnico e até baratear as entradas.
CHRISTIANO SOARES (estudante) - Londrina
Terminal precário
Tenho observado a falta de segurança para se embarcar nos ônibus do terminal do Shopping Catuaí. Nos horários de pico há tumulto e lotação numa plataforma de 1 metro de largura por 50 cm altura. Os ônibus encostam, às vezes, com certa velocidade passando alguns centímetros de distância das pessoas. Se algum usuário cair naquele momento, devido ao empurra empurra, pode acontecer uma tragédia. Para evitar que isso aconteça é necessário um novo projeto de revitalização para um embarque mais confortável e seguro. Espero que os vereadores e a CMTU se deem conta dessa falta de atenção, pois infelizmente no Brasil primeiro se espera acontecer para depois mudar.
NELSON EDY CYRILLO (técnico em construção civil) - Londrina





