Asfalto no Shangri-lá A
Há mais de quatro meses enviei carta para a FOLHA alertando a Secretaria de Obras e órgãos sobre a depredação do asfalto de ruas do Jardim Shangri-lá- A e das próprias residências que estão com seus alicerces abalados e as paredes com rachaduras. Isso vem ocorrendo pelo desvio para as ruas do bairro de praticamente todo o trânsito da Avenida Leste-Oeste de caminhões pesados do Parque das Indústrias, das empresas comerciais de porte e do próprio tráfego contínuo de veículos leves. Com a retirada da rotatória de acesso pela Avenida José de Alencar (pista dupla) para as avenidas Tiradentes e Maringá, praticamente todo aquele trânsito, ao chegar na Praça José de Alencar, passou a fazer o seu contorno acessando em seguida as ruas Emílio de Menezes e Euclides da Cunha, no Shangri-lá A, que foram projetadas para trânsito mais leve. Assim, antes da destruição total das nossas ruas, destaque-se por omissão do município, tomo a liberdade de despertar a atenção da Secretaria de Obras e demais autoridades para que seja dada preferência para esse pequeno problema dentre tantos outros da cidade.
EDGARD PIETRAROIA (advogado) - Londrina

Exemplo antidemocrático
A natureza nos mostra um equilíbrio digno do criador. Aí surgiu o ser humano e começou a criar seu dito "paraíso", quebrando regras e normas, destruindo todo o trabalho divino, trazendo desequilíbrio, discórdia e egoísmo entre os homens. No Brasil, 512 anos se passaram e há ventos que trazem esperança, como o ministro Joaquim Barbosa. Mas há também vendavais que levam tudo, como o questionamento do corporativismo da Câmara dos Deputados em não aceitar a decisão da mais alta corte do país, o STF. Para completar, elegeram Renan Calheiros, presidente do Senado, cidadão com uma extensa ficha suja. Há também aqueles que se posam de santinho, dando desconto na conta de luz e depois, aumentam o preço do petróleo, gás e seus derivados. A conta é simples: dá com uma mão e recolhe com as duas. Quem quer ser grande e respeitado não pode conviver com a faceta de políticos, da ala "pode tudo". A democracia não merece esse tratamento. Cadê a reação do povo ético? Cadê a UNE, OAB, CNA, organizações eclesiásticas, ONGs? Parece que está tudo bem.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) – Itambaracá

Hora de mudança no LEC
O gestor do Londrina, Sérgio Malucelli, é um homem inteligente e se não fosse não teria tido tanto sucesso profissional. No entanto, parece que só ele não quer enxergar o óbvio: esse treinador não serve para o Londrina. Pelo andar da carruagem, se não trocar o "professô", nossa querida cidade com mais de meio milhão de habitantes ficará novamente fora da Série D do Brasileiro. Sabemos que quem manda no futebol da cidade é o senhor Malucelli, mas o Londrina fora da Série D também é prejuízo para a SM Sport. Então, por favor não cometa o mesmo erro do ano passado
MIGUEL POLSKIKH FILHO (eletrotécnico) – Londrina

Empresário não é bandido
A Acil vem a público manifestar sua indignação pela forma desrespeitosa com que empresários e consumidores de nossa cidade têm sido tratados pela Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu). As atuais abordagens realizadas em casas noturnas de Londrina são incompatíveis com os direitos individuais e os mais elementares princípios da livre iniciativa. Em horário de trabalho ou lazer, cidadãos de bem foram obrigados a passar por situações constrangedoras e absolutamente desnecessárias. Há 75 anos, a Acil defende o cumprimento das leis. Mas há maneiras civilizadas e muito mais eficientes de realizar a fiscalização das empresas, sem pirotecnias ou intervenções meramente midiáticas. Se o objetivo é garantir a segurança das pessoas, seria importante começar respeitando-as.
FLÁVIO MONTENEGRO BALAN (presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina) - Londrina

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